terça-feira, 11 de setembro de 2012

Escândalo em Florianópolis:11º Encontro Estadual das CEBs, realizado 07 a 09 de setembro de 2012.

Segundo o  site FRATRES IN UNUM,uma enxurrada de mensagens pediu a divulgação das fotos do 11º Encontro Estadual das CEBs, realizado 07 a 09 de setembro de 2012, em especial da Missa celebrada por Dom Wilson Tadeu Jönck, SCJ, Arcebispo Metropolitano, no dia 7 de setembro.


A sigla "CEBs" quer  dizer Comunidades Eclesiais de Base. Por suas características ecumênicas, o movimento extrapolou os limites da Igreja Católica e as comunidades passaram contar com representantes também de igrejas como Metodista, Luterana e Presbiteriana. Entretanto, esse ecumenismo não funcionou no embate com as vertentes pentecostais evangélicas, apontadas desde o ano 2000 como um dos fatores de enfraquecimento das Comunidades Eclesiais de Base

  • são pessoas que se reúnem por proximidade geográfica. Esta proximidade está na origem da discussão e reivindicação por serviços básicos (água, saneamento ou melhorias no bairro).
  • os grupos se reúnem para leitura e reflexão da Palavra de Deus e confrontá-la com a vida cotidiana. Muitas comunidades iniciaram a partir destes círculos bíblicos e passaram a organizar celebração dominical, com ou sem sacerdote.
  • Participação e discussão dos problemas comunitários em conselhos ou assembleias, com ampla participação dos membros.
  • A partir das necessidades das comunidades, foram surgindo diversos ministérios leigos ao longo da história das CEBs: ministros da comunhão, ministros das pastorais específicas ou grupos de alfabetização de adultos, hortas comunitárias, clubes de mães.                                                                                                               
  • NOTA:  o Catecismo da Igreja Católica, os Documentos Pontifícios do Papa João Paulo II, o Código de Direito Canônico ou outros documentos estruturantes da Santa Sé nunca incorporaram as CEBs.

VEJAM AS FOTOS DO ENCONTRO ESTADUAL DAS CEBs EM FLORIANÓPOLIS (07 a 09 de setembro). 

Participaram da pantomima também Dom Manoel João Francisco, Bispo de Chapecó, e Dom Severino Clasen, bispo de Caçador, OFM -- Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato da CNBB.
Participaram da pantomima também Dom Manoel João Francisco, Bispo de Chapecó, e Dom Severino Clasen, bispo de Caçador, OFM e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato da CNBB.

A "turiferária" da Missa: ninguém menos que, pelas vestes, deduzimos ser uma Mãe de Santo.
pelas vestes, deduzimos ser uma Mãe de Santo…

... que incensou o altar e as oblatas.

"Asperges me": Mães de Santo lançam água de cheiro na "assembléia"...
mães de santo lançam, segundo relatos, água de cheiro na “assembléia”…

... e pétalas de rosa (?).
… e pétalas de rosa (?).

Apresentação de uma digníssima senhora que, posteriormente, fez uma das leituras.
Apresentação de uma digníssima senhora que, posteriormente, fez uma das leituras.

Os pacíficos sem terra também estavam presentes.
Os pacíficos sem terra também estavam presentes.

Índios semi-nus fazem as "preces" em tupi-guarani.
Índios semi-nus fazem as “preces” em tupi-guarani.

Ao longo do encontro, o bispo de Chapecó (SC) -- atual Presidente do CONIC e membro da Comissão Episcopal para os Textos Litúrgicos (CETEL), que está revisando o Missal Romano! -- se mostrou muito à vontade, portanto apenas uma insígnia distintiva: o anel de tucum.
Ao longo do encontro, o bispo de Chapecó (SC), Dom Manoel João Francisco — atual Presidente do CONIC e membro da Comissão Episcopal para os Textos Litúrgicos (CETEL), que está revisando o Missal Romano! — se mostrou muito à vontade, portando apenas uma insígnia distintiva: o anel de tucum.

Sincretismo: Numa "caminhada" dentro da programação do evento, carregam cartaz  em homenagem a Zélio Fernandino de Moraes, a quem se atribuir a fundação da Umbanda em 15 de novembro de 1908.
Sincretismo: Numa “caminhada” no encerramento do evento, carregam cartaz em homenagem a Zélio Fernandino de Moraes, a quem se atribui a fundação da Umbanda em 15 de novembro de 1908.

Na mesmíssima "caminhada", estava presente do Arcebispo de Florianópolis, Dom Dom Wilson Tadeu Jönck, SCJ...
Na mesmíssima “caminhada”, estava presente do Arcebispo de Florianópolis, Dom Wilson Tadeu Jönck, SCJ…

... que celebrou Missa com o cartaz logo abaixo do altar!
… que celebrou Missa com o cartaz logo abaixo do altar!

 Fonte: fratres in unum 
      

5 comentários:

José Augusto Guizzo disse...

Estava neste encontro e foi maravilhoso, pois vejo que é este caminho que nossa santa igreja deve seguir, sem preconceitos e cada religião vivendo seus preceitos, neste encontro aprendemos há respeitar as mães de santo e pais de santo que estavam presentes e participaram também do encontro, e qualquer outra religião ou crença, pois somos a igreja que nasceu à partir de CRISTO. então devemos imitá-lo.

Janete Moura disse...

Salve Maria, José Augusto Guizzo!
O que essa matéria mostra é o desprezo com Nosso Senhor Jesus Cristo e Nossa Senhora!
1- Em toda Santa Missa, Nosso Senhor vive novamente a crucificação;
2- se era uma Santa Missa que estava sendo celebrada as pessoas que estavam presente deveriam ter ficado em seus lugares vivendo esse sacrifício e não dançando, lendo, cada um a seu modo, levando aquela fotografia na frente da procissão.
3- Os abusos foram inúmeros;
4- Esse é o mal que tomou conta da Igreja Católica: abram alas, venham todos que nós católicos aceitamos tudo.
Essa era a hora de evangelizar e mostrar o que é a Igreja Católica.O amor que temos a Nosso Senhor Jesus Cristo e Nossa Senhora.
Com todo respeito, aquilo estava longe de ser uma Santa Missa e se os sacerdotes seguissem o Missal Romano e a Tradição, iriam ver que não precisa de inovações para celebrarem a Santa Missa e iriam perceber que somente suas mãos podem pegar no Corpo de Cristo e nós católicos, nos ajoelhar diante de Deus para recebê-lo e dar-lhe o devido respeito, pois Ele é o nosso Deus. Respeito sim, profanação não.

Patricia Abreu disse...

Num momento de profunda vivencia cristã e renovado ardor, somos convocados a viver na justiça e profetizar a serviço da vida. Portanto, celebrar com outras denominações religiosas, é ser irmão com nosso irmão. Que nossos olhares não sejam para a mãe de santo ou o anel de tucum no dedo do Bispo e sim o respeito ao outro faz com que sejamos realmente a igreja de Nosso Jesus Cristo.

Fábio Moura disse...

Patrícia, que a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja contigo. Os tempos que vivemos são extremamente confusos. A Igreja vive uma das maiores crises morais de sua história. Infelizmente, a verdade de nossa doutrina foi assaltada dos seminários, em especial os diocesanos, formando um exército de sacerdotes apóstatas, para esta geração. Particularmente na América Latina, a Teologia da Libertação destruiu o verdadeiro sentido da fé católica, e é por isso que assistimos hoje esta mistura de credos e religiões no seio da Igreja. A maioria dos sacerdotes de nossa era, já não mais acreditam na presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo na Eucaristia. Se acreditassem, jamais permitiriam uma celebração como essa, onde o Rei do Universo é deixado de lado, em nome do respeito humano, laço seguro de satanás para levar a maior parte para o inferno. Leia os sonhos de S. Dom Bosco, e saberás do que estou falando.

Anônimo disse...

Lamentável! Esse mundo onde Cristo e Sua Igreja, com Sua verdade absoluta e imutável, estão sendo totalmente desprezados...Mas já estava escrito para este tempo: "Quando o Filho do Homem for rejeitado por esta geração, aí será o fim."