sábado, 5 de outubro de 2013

Resposta a heresia do papa de que: " um Deus Católico não existe "









Pluralismo e tolerância são palavras bastante populares na cultura atual. Mesmo dentro de ambientes considerados dogmáticos, como a religião, os dois conceitos têm adquirido enorme espaço, a ponto de alguns ensinamentos catequéticos se tornarem, de certo modo, assuntos “politicamente incorretos”. 


É o caso do tema da salvação. Numa época em que domina o lobby globalista a favor do relativismo religioso, “ter uma fé clara, segundo o Credo da Igreja” – “muitas vezes é classificado como fundamentalismo.”

Para a elite que deseja um “governo global”, o pluralismo religioso tem grande importância. Trata-se de uma verdadeira agenda ideológica. Unificando todos os credos numa superreligião, cria-se a – errônea – sensação de que qualquer uma delas é válida para a salvação, até a mais absurda. A tática consiste na elaboração de um neopaganismo, no qual não exista nenhuma autoridade planetária que não a política. 

Obviamente, a doutrina católica, sobretudo a do papado (até João Paulo II), torna-se uma pedra de tropeço para estes intentos, uma vez que o ensinamento sobre a necessidade da Igreja para a salvação é um artigo irrenunciável da fé cristã.

O Magistério da Igreja, preocupado com a onda relativista, procurou esclarecer esses assuntos em várias ocasiões. O Verbo de Deus se encarnou uma única vez, somente Nele se encontra a plenitude da revelação, os meios necessários para o autêntico encontro com Deus. É através de Jesus Cristo e de sua continuação histórica na terra, ou seja, a Igreja Católica que o homem pode ser salvo. 

Lembrando a Declaração Dominus Iesus, “como existe um só Cristo, também existe um só seu Corpo e uma só sua Esposa” e não há outro nome debaixo do céu pelo qual a humanidade possa alcançar a salvação.

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