segunda-feira, 1 de julho de 2013

Croácia bane “educação sexual” nas escolas e se apresta a impedir o “casamento” homossexual

Corte Constitucional baniu "educação para a saúde (sexual)" nas escolas


Na Croácia, o Tribunal Constitucional derrubou um programa de “educação sexual” nas escolas introduzido pelo Partido Socialista no poder.

O perverso programa incluía a promoção da homossexualidade, da pornografia, de condutas promíscuas e da pedofilia. 

A associação “A Voz dos Pais das Crianças” – GROZD, apresentou recurso ante dito tribunal sobre a constitucionalidade desse programa, aliás compulsivo para todas as crianças em idade escolar.

A Corte Constitucional reconheceu a procedência do recurso e interditou o programa nas escolas, afirmando que os direitos dos pais devem ser respeitados. 


Pedido de referendum obrigatório reuniu assinaturas em tempo recorde

Também, essa associação recolheu mais de 500.000 assinaturas em 15 dias para impor que o Parlamento efetive um referendo sobre o “casamento” homossexual. 

A Croácia tem perto de 3.750.000 cidadãos com direito a voto.

Um pedido do género deve reunir as assinaturas confirmadas de mais de 10% dos votantes num prazo de 15 dias. O limite legal foi largamente superado.

A pergunta do referendo será: “V. está de acordo com a inclusão na definição do matrimonio na Constituição da Croácia, que ele deve ser a união de um homem e uma mulher?

A perspectiva é de que o referendo tenha lugar no próximo outono, e que a Constituição passe a proteger o casamento como uma união entre um homem e uma mulher.

O partido socialista que governa a Croácia e as organizações de homossexuais e de feministas manifestam uma fúria incontida. Pois de fato sabem que a população é maioritariamente em favor da família nesses termos da proposta. 

Ministros socialistas também atacaram a Corte Constitucional pela decisão que bane a perversa “educação para a saúde” e anunciaram que o Parlamento não respeitaria a decisão do referendo.

Aliás, é o que esses grupos vêm fazendo em numerosos países, em nome da democracia e dos direitos humanos da população!

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