Prezados leitores deste blog, Salve Maria. Após postar o artigo "Vaticano contra Deus" na segunda-feira (ontem) a noite, percebemos uma 'coincidência' muito peculiar ao big brother da nova ordem mundial: O vídeo que colocamos no link da imagem, simplesmente foi retirado do site YouTube, por motivos de 'direitos autorais'.
Ou seja, até o dia de ontem, o vídeo estava lá para qualquer pessoa ver. Após postarmos no blog Cruzada Católica, foi simplesmente banido pelos 'direitos autorais'. Coincidência não? Pesquisando na internet, olha a mão do governo em conjunto com grandes sites norte americanos:
# “O Facebook, em particular, é a máquina mais terrível de espionagem que já foi inventada. Aqui temos o banco de dados mais abrangente do mundo sobre pessoas, seus relacionamentos, seus nomes, endereços, a localização de suas casas e postos de trabalho, além de toda a comunicação com seus parentes e amigos – tudo acessível à Inteligência dos EUA”.
“Facebook, Google, Yahoo – todas esses grandes organizações estadunidenses criaram interfaces para a Inteligência dos EUA. Todos devem compreender que, quando adicionam seus amigos no Facebook, estão fazendo um trabalho gratuito para as agências de inteligência dos Estados Unidos na construção desse banco de dados para eles”.
Tendo toda essa informação e estando em todo o lugar, a Google e a CIA criaram uma empresa chamadaRecorded Future, a empresa possui uma tecnologia que vasculha dezenas de milhares de sites, blogs e contas de Twitter para encontrar relações entre as pessoas, organizações, ações e incidentes -, presentes e ainda por vir – prevendo o futuro – é o que eles prometem.
É a segunda vez que a Google se associa a uma agência de segurança dos EUA na venda ou fornecimentos de serviços de TI.
Então prezados leitores, ficará cada vez mais 'difícil' conseguir postar algum vídeo que não seja categorizado como "sem direitos autorais" daqui para frente. Ou qualquer outro motivo que possam indicar.
Se estão nos monitorando, assim como fazem com toda a rede da internet, é sinal de que o fim está próximo e a marca da besta virá tão logo para impor a nova ordem mundial.
Mas, temos a promessa de JESUS de que: nenhum filho da Luz será marcado. Neste meio tempo, os que estiverem rezando o terço todos os dias, se sacramentando, se confessando e participando da Santa Missa onde DEUS está presente... seremos arrebatados deste mundo tenebroso.
“Os chefes, os guias do povo de Deus, relaxaram a oração e a penitência; o demônio obscureceu suas inteligências; transformaram-se naquelas estrelas errantes que o velho diabo arrastará com a cauda para fazê-los morrer. “No ano 1864, Lúcifer e um grande número de demônios serão soltos no inferno e abolirão pouco a pouco a fé, também nas pessoas consagradas a Deus (…) diversas casas religiosas perderão inteiramente a fé e perderão muitas almas. Os livros ruins abundarão na terra e os espíritos das trevas difundirão um relaxamento universal por tudo que respeita o serviço de Deus (…) será pregado um outro Evangelho (…) haverá prodígios por toda parte porque apagou-se a verdadeira fé e uma falsa luz ilumina o mundo. “Roma perderá a fé e se transformará na sede do anticristo. A Igreja será eclipsada e o mundo estará na consternação. Mais eis Enoque e Elias cheios de Espírito Santo (as duas testemunhas do Apocalipse) (…) Roma pagã desaparecerá (…) É tempo, o sol se obscurece; só a fé viverá. Eis o tempo, o abismo se abre. Eis o rei das trevas. [...]
O papa João Paulo II considerava a mensagem de La Salette como “o coração das profecias de Maria."
Em pouco tempo, com a bênção e encorajamento do papa, de vários bispos e teólogos, e com edições sucessivas em várias dioceses, o segredo de La Salette se espalha pelo mundo inteiro.A partir de então, a aceitação da origem sobrenatural dessa mensagem de Maria Santíssima passou a causar uma grande e interessante cisão no seio do clero que permanece até os dias de hoje.
E aqui é importante ressaltar que o papa João Paulo II considerava a mensagem de La Salette como “o coração das profecias de Maria”. (3)
Ted e Maureen Flyn lembram que a mensagem dada em La Salette é “dirigida não só à França, mas à Igreja do mundo inteiro”.
Para eles, a mensagem “detalha minuciosamente acontecimentos mundiais futuros de grande importância para nossos tempos… A apostasia que estamos vivendo foi totalmente prognosticada em La Salette, e a mensagem ali recebida ajuda a explicar por que o demônio tem tanto poder no mundo atual, embora no momento esteja perdendo a força, conforme assegura a Santíssima Virgem”.
Arcebispo do Rio de Janeiro diz que os católicos devem aceitar os gays e explica por que seu colega de São Paulo, dom Odilo Scherer, tem as características necessárias para se tornar o próximo papa
Durante essa entrevista à ISTOÉ, dom Orani teclou várias vezes em seu iPhone. Recentemente, abençoou blocos carnavalescos, uma heresia para muitos religiosos, católicos ou não. O arcebispo também mantém página no Facebook e acha que a internet pode ser uma aliada no processo de evangelização. Com esse perfil flexível, é o anfitrião certo para liderar um encontro que deverá reunir mais de dois milhões de pessoas, a maioria jovem, no Rio. Dom Orani nega que Bento XVI, que estabeleceu “tolerância zero” com a pedofilia, tenha renunciado por questões polêmicas, como os escândalos sexuais.
ISTOÉ -
O sr. é a favor da união civil ou do casamento entre pessoas do mesmo sexo?
DOM ORANI TEMPESTA -
São coisas diferentes. Uma coisa é a família, o casamento, que tem a ver com a natureza
humana. Outra coisa são essas uniões, que envolvem direitos civis, de herança,
por exemplo.
A gente não entra nessa história. Eu creio que essas questões começaram a surgir
por falta de respeito ao outro, perseguições e mortes. Não podemos ter um mundo
intolerante dessa forma, nem de um lado nem de outro.
O outro tem sua liberdade de opção, sabendo até que eu não posso concordar com ele.
ISTOÉ -
Um homossexual é bem recebido na Igreja?
DOM ORANI TEMPESTA -
A Igreja é a que mais procura respeitar as pessoas, acolher e ajudar nos conflitos que cada um possa ter no coração.
Tenha a opção sexual que tiver, a Igreja deve acolher.
Porque Cristo quando veio foi a todos e falou com todo mundo.
Ninguém está sendo expulso da Igreja por uma coisa ou outra.
O que vocês leram acima é um posicionamento em cima do muro. Para se adaptar ao gosto mundo, fruto do Concílio Vaticano II.
Lembremos do saudoso e Santo PAPA conhecido como "papa da certeza" - fonte: Revista Veja, 6 de abril de 2005.
[...]
Como "papa da certeza", João Paulo II não fez concessões que buscassem adaptar de algum modo o catolicismo ao mundo moderno. Rigoroso como a maior parte do clero polonês, ele acentuou seu fervor dogmático e lançou-se com fôlego redobrado em sua cruzada contra o aborto, a contracepção artificial, a dissolução do casamento, o consumismo. Os vaticanistas são unânimes em afirmar que o marco inicial da segunda fase do seu pontificado, em que os temas morais adquiriram mais importância do que os ideológicos, é a encíclicaVeritatis Splendor ("O Esplendor da Verdade"), publicada em 1993, cuja confecção demorou seis anos e contou com a participação de uma centena de prelados e teólogos.
Considerada o documento mais denso de João Paulo II, a encíclica é uma resposta ao que o papa acreditava ser a crise moral do Ocidente. O pressuposto de Veritatis Splendor está sintetizado no seguinte parágrafo: "Formou-se uma nova situação dentro da própria comunidade cristã, que experimentou a difusão de múltiplas dúvidas e objeções de ordem humana e psicológica, social e cultural, religiosa e até mesmo teológica, a propósito dos ensinamentos morais da Igreja. Não se trata já de contestações parciais e ocasionais, mas de uma discussão global e sistemática do patrimônio moral, baseada sobre determinadas concepções antropológicas e éticas. Na sua raiz, está a influência, mais ou menos velada, de correntes de pensamento que acabam por desarraigar a liberdade humana da sua relação essencial e constitutiva com a verdade".
Há estudiosos que acreditam que a pregação de João Paulo II em favor de valores imunes ao relativismo e à história representa um empobrecimento do ponto de vista teológico. Quase um retrocesso ao período anterior a João XXIII. O fato concreto, no entanto, é que essa intransigência lhe permitiu mudar o foco de sua atuação no cenário mundial. O argumento moral serviu, entre outras coisas, para que o papa vitorioso no embate contra o comunismo se transformasse em crítico incansável dos rumos do sistema capitalista.
No campo do comportamento, uma das batalhas mais árduas de João Paulo II se deu em 1994, na Conferência das Nações Unidas sobre População e Desenvolvimento, realizada no Cairo, Egito. Dez anos antes, num evento similar organizado na Cidade do México, a Igreja contara com o apoio de Ronald Reagan para impedir que a ONU se engajasse decisivamente em projetos de contracepção artificial nos países subdesenvolvidos. Mas o contexto mudara muito desde então. O papa fora avisado pela Secretaria de Estado do Vaticano de que era certo que a conferência aprovaria não só um programa de distribuição de pílulas e camisinhas no Terceiro Mundo, como também recomendaria a legalização do aborto onde a prática não era permitida. "O papa considerava isso intolerável. Ele desconfiava que os Estados Unidos e um lobby feminista americano queriam impor estilos de vida sexual do Ocidente aos países em desenvolvimento.
Numa carta às famílias do mundo inteiro, escrita algumas semanas antes, ele tinha definido as linhas de batalha: de um lado, a civilização da vida e do amor, defendida pela Igreja, e, do outro, uma anticivilização destrutiva, permeada de utilitarismo, com uma educação sexual irresponsável, aborto por encomenda, propaganda em favor do amor livre e uniões homossexuais, seguindo uma tendência que era perigosa para o futuro da família e da sociedade", sintetizam Carl Bernstein e Marco Politi, no livro Sua Santidade – João Paulo II e a História Oculta de Nosso Tempo.
Furioso com a situação desfavorável, João Paulo II deu uma pequena pausa na elaboração da encíclica Evangelium Vitae, em que tratava justamente desses temas, para receber a visita da paquistanesa Nafis Sadik, diretora executiva das Nações Unidas para População e Desenvolvimento. Foi um encontro tenso, que ilustra quão duro podia ser Wojtyla com quem ousava contrariar suas posições. O diálogo está registrado no livro de Bernstein e Politi:
– A senhora sabe que este é o Ano da Família. Mas a mim parece ser o Ano da Desintegração da Família – foi logo dizendo o papa.
– Há diversos tipos de família no mundo – respondeu Nafis Sadik, pega de surpresa.
– Como a senhora pensa que as populações do mundo cresceram? Foi graças à família. Uma família é um marido, uma mulher e suas crianças. E o casamento é a única base de uma família. Os homossexuais e as lésbicas não são famílias – disparou João Paulo II, de dedo em riste.
No decorrer da conversa, o papa foi ficando cada vez mais zangado.
– Cerca de 200.000 mulheres morrem a cada ano no mundo, vítimas de abortos provocados por elas próprias. E seus parceiros não se sentem responsáveis por isso – afirmou Nafis.
– A senhora não acha que o comportamento irresponsável dos homens é causado pelas mulheres? – fuzilou o papa, praticamente encerrando a audiência. Aberta a conferência no Cairo, o Vaticano usou de todos os expedientes para angariar apoio em sua cruzada. Entre outras manobras, adiou votações com o objetivo de ganhar tempo e tentou fazer uma aliança com países islâmicos fundamentalistas. Nada funcionou. Os enviados de João Paulo II saíram derrotados, embora tivessem conseguido que a ONU reafirmasse, no documento final do evento, que o aborto não era um método contraceptivo aceitável. Na prática, porém, as Nações Unidas reconheceram a legitimidade do procedimento em inúmeros casos e recomendaram aos países em que ele é legalizado que o tornassem seguro.
Essa não foi a única ocasião em que João Paulo II deixou as feministas irritadas. Ele refutou com veemência a idéia de que fosse permitido às mulheres seguir uma carreira eclesiástica igual à dos padres, da mesma forma que acontece na Igreja Anglicana. Seu argumento teológico: o fato de os apóstolos de Jesus serem todos homens demonstra que elas não podem ter vocação sacerdotal. Ao mesmo tempo, João Paulo II foi o primeiro papa a abordar especificamente a questão feminina num documento (a carta apostólica Mulieris Dignitatem, de 1988). Além disso, muitos de seus pronunciamentos enfocaram a exploração profissional e sexual a que inúmeras mulheres são submetidas. Numa epístola de 1995, ele chegou a fazer uma espécie de mea-culpa. "Não poucos integrantes da Igreja impediram o progresso das mulheres no passado", escreveu.
O reacionarismo moral de João Paulo II, para usar uma expressão dos seus opositores, está bem sumariado no Lexicon, um dicionário de 900 páginas e 78 verbetes que chegou às livrarias italianas em abril de 2003. Organizado pelo Conselho Pontifício para a Família, um dos braços da Cúria Romana, o livro mostra o que a Igreja de João Paulo II pensa sobre aborto, contracepção, divórcio, homossexualidade e sexo seguro.
O capítulo mais assombroso é o que fala a respeito dos homossexuais. Diz que a homossexualidade é um "conflito psíquico não resolvido que a sociedade não pode institucionalizar" (ou seja, uma doença) e que o termo "homofobia" é "uma palavra criada por associações homossexuais para estigmatizar todos aqueles que se perguntam sobre o assunto e não aceitam a banalização e a 'normalização' da homossexualidade". Por essas e outras – como a recomendação da abstinência sexual como a única forma de prevenção contra a Aids –, o Lexicon foi recebido como um monumento à intolerância.
Dra. Damares Alves é advogada,
mestre em Educação, mestre em Direito Constitucional, Direito da Família e
trabalha há quatorze anos no Congresso Nacional como Assessora Jurídica da
frente Parlamentar da família e Apoio a vida.
Ela deu um alerta muito forte para os pais do Brasil sobre o
que está acontecendo com seus filhos nas escolas e o que o governo pretende
daqui pra frente em relação as crianças do nosso país.
Os assuntos tratados nos vídeos abaixo são impactantes,
chocantes, mas abrem os olhos dos pais e professores quanto aos filhos e
alunos.
Os assuntos tratados nos vídeos são pedofilia, aborto, prostituição, sexo, homossexualismo etc.
"No passinho de JESUS..." cada vez mais, ficamos atônitos com a falta de respeito ao sagrado e o incentivo ao mundanismo como meio de evangelização. Se vemos freis, consagrados dançando em cima de carro alegórico... o que esperar daqui a 5 ou 10 anos???
Não esperem coisas melhores daqui para frente. O que o homem plantar ele mesmo irá colher. E o 'deus' desse povo só ri e zomba de JESUS dizendo: corrompi a sua casa, retirei o Sacrário do centro, relativizei os seus dogmas, rebaixei seus ensinamentos a isso: