domingo, 28 de junho de 2009

Controle populacional? Na minha casa, não!


Pessoal, estava surfando pela internet e eis que encontro este tesouro de artigo, impossível de não comentá-lo e republicá-lo aqui para vocês.

Em casa somos numerosos. E somos muito felizes por isso. 4 filhos e mais o avô que mora conosco. Ao todo, 7 filhos de Deus abençoados. E vem mais por aí! ;-)

Mergulhando no artigo abaixo, pergunto à vocês, caros leitores: qual a relação das cruzadas com o controle populacional? Parece absurdo, mas tem relação. Explico:

O cruzado em http://ocruzadomissionario.blogspot.com/
Entre os séculos XI e XIII, graças aos numerosos CATÓLICOS de plantão, que atenderam ao chamado do Papa para as Cruzadas na época para proteger a Europa da invasão dos turcos maometanos. E foi graças às estas batalhas (e às vitórias importantíssimas como a de Lepanto na Grécia!) que a Europa ocidental permaneceu como o berço de nossa civilização cristã. E graças à isso por exemplo que somos o maior país católico do mundo (por tabela). Ou poderíamos ser o maior país muçulmano do mundo, caso as cruzadas não tivessem sido vencidas pelos bravíssimos católicos da época. Tá e daí? E daí que assim esta foi a primeira vez que tentaram invadir a Europa. Lembra do tema deste artigo? Controle populacional? Pois bem: naquela época, não existia este mito impregnado na mente das pessoas. As famílias eram numerosas na Europa e soldados de Cristo com um terço na mão e uma espada na outra é o que não faltava, para atender ao chamado do Papa.

Voltemos para os tempos atuais: o que representa a Europa hoje? Um continente de pessoas idosas, não há jovens o suficiente, não há crianças pelas praças, não há lojas de brinquedo em Lisboa, Madrid... Já viram aqueles tentadores anúncios? Venha trabalhar neste país, ou naquele... porquê? Porque eles não têm mais mão de obra. Os que constroem seus países, cada vez mais, são imigrantes, estranhos, e não filhos da pátria. Isto é um grande ameaça à soberania de um país. Na França por exemplo, temos um cenário parecido com este: numa sala de aula do 4º ano, temos 8 católicos, 2 budistas, 3 que não professam nenhuma fé e 14 muçulmanos. Com isto, com a maioria muçulmana, já não se pode mais colocar um crucifixo na parede da escola, rezar o Pai-Nosso e a Ave- Maria, nem pensar, e por aí vai...

Trata-se de uma nova e eminente invasão, desta vez sem armas na mão, mas uma invasão cultural...

Ao contrário do Brasil que, de uma classe de 30 crianças, podemos garantir que 99% são cristãs. Graças a Deus.

É bem verdade, que não mais todas são católicas (mas ainda somos a maioria, amém), devido à disseminação destas igrejinhas de "fundo de garagem", de pelo menos 300 denominações diferentes, mas esta já é uma outra questão, outro artigo a ser publicado: PEQUENAS IGREJAS, GRANDES NEGÓCIOS! ;-)

Com a falta de jovens na Europa, para fazer sua economia girar, eis que vem os muçulmanos, numerosos que são, para preencher as grandes lacunas deixadas pelo CONTROLE DE NATALIDADE ferrenho realizado pelos governos europeus, nas décadas passadas.

Sabendo do enorme erro cometido, os mesmos países que fizeram esta grande bobagem, voltam a incentivar os filhos de sua pátria a "casarem e terem seus filhos". Quando digo incentivar, digo "DAR DINHEIRO" para os casais terem filhos tendo amparo do governo para isso. Isto numa tentativa tardia de reverter o quadro de baixa natalidade europeu. Tive oportunidade de ler num jornal sobre um jovem italiana que, grávida de gêmeos, iria receber do governo 600 Euros para cada um dos bebês por mês.

No Brasil, devido à ineficiência governamental e à gigantesca extensão territorial de nosso país, com características de continente, este controle de natalidade existe mas não se torna eficiente.

Pode ser que daqui uns 30, 40 anos, este problema chegue por aqui. Pois a idéia nesta Pátria amada já está disseminada. Quanto menos filhos, melhor! Afinal de contas, o que conta é a QUALIDADE DE VIDA! Quanta tristeza, quanto egoísmo. Ressalto o final do artigo abaixo de Paul Gallagher:

O meu argumento favorito em favor das famílias numerosas é aquele dado por Lawrence Lovasik num livro chamado Catholic Family Handbook : “Em vez de gastar os 20 ou 25 anos de fertilidade mútua trabalhando como escravos para construir um negócio, conquistar posições na sociedade ou entregar-se a prazeres e confortos egoístas, vocês podem fazer a coisa melhor e mais grandiosa possível: trabalhar por Deus, criando filhos cujas almas estão destinadas a serem felizes com Ele (e com vocês) por toda a eternidade”.

Controle populacional? - Na minha casa, não!

Por Paul Gallagher
criançasReparando no meu aspecto você nunca perceberia, mas eu sou um rebelde da contracultura. Sei que é difícil de acreditar, com essa minha cara arrumada, com essas minhas roupas conservadoras, e com a bandeira americana tremulando em frente à minha casa. Não tenho tatuagens nem piercings. Nunca fui preso nem tenho ficha na polícia. Mas isso não é nada comparado com ter cinco filhos.

É bem verdade que o número 5 ainda não chegou (mas está tão próximo que quando você estiver lendo essas linhas ele — ou ela — já terá chegado), mas isso não atenuou o pasmo — o mais completo assombro, com queixos caindo — que minha esposa e eu provocamos entre os nossos amigos e conhecidos quando lhes demos a notícia de que em breve seríamos uma família de sete pessoas.

"CINCO filhos? Uau! E que idade tem o mais velho? Oito? Ui! E entre eles não há gêmeos? Bem, vocês dois certamente já não podem mais realizar seus planos!"

É difícil, contudo, repreendê los por reagirem dessa maneira. Para onde quer que eles olhem, dos programas de televisão aos adesivos dos carros, a nossa cultura incute-lhes com insistência a idéia de prolongar a adolescência tanto quanto possível, de casar tarde, e de ter um ou talvez dois – tudo bem, talvez três – filhos. Um filho a mais... e o seu futuro dourado estará seriamente comprometido.

É interessante notar que essa forma de pensar é um fenômeno do fim do século XX. Num certo sentido, pode-se dizer que é o resultado do trabalho desenvolvido nas primeiras décadas desse século por Margaret Sanger, fundadora da Planned Parenthood (*). Como os leitores bem informados sabem, os métodos artificiais de contracepção não eram aceitos nem mesmo entre os protestantes, até que a Conferência Lambert cuidadosamente declarou, em 1930, que poderiam ser usados nas relações matrimoniais.
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(*) Instituição norte-americana, com atuação em vários países, que financia e promove programas de redução da natalidade, incluindo distribuição massiva de anticoncepcionais (N. do T.).
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Como é óbvio, basta um furinho na barragem para que ela venha abaixo. Em 1965, a Suprema Corte norte-americana (ao julgar o caso Griswold X Connecticut) declarou serem inconstitucionais as leis que proibiam a venda de anticoncepcionais a pessoas de qualquer idade ou estado civil. Daí para frente, foi só mais um passo até se chegar, em 1973, à mais infame decisão legal de todos os tempos: permitir o aborto.

Hoje parece difícil de acreditar, mas até há pouco tempo atrás as famílias grandes eram comuns. Minha mãe, por exemplo, é a sexta de sete irmãos, e alguns dos seus irmãos e irmãs têm oito ou nove filhos.

Que efeitos o imperativo de família pequena provocou em nosso mundo? Entre outras coisas, trouxe-nos aquilo que Benjamin Wattemberg — professor do Instituto Empresarial Americano e conhecido por suas aparições na televisão — chamou de “o maior ponto de inflexão da história da espécie humana”: a perspectiva da subpopulação. Trata-se de uma tendência sobre a qual ele tem alertado o mundo desde que publicou o seu livro The Birth Dearth (A escassez de nascimentos) em 1987.

Numa resenha sobre os trabalhos de Wattemberg, publicada na revista The American Expecator (setembro/outubro de 2001), Tom Bethel escreveu: “As taxas de fertilidade estão atualmente abaixo do nível de reposição em toda a Europa, exceto na Albânia, e isso vem persistindo há tanto tempo que nos últimos dois anos a população total da Europa começou a declinar em termos absolutos... Isso irá se acelerar dramaticamente nos próximos anos”.

Entretanto, as pessoas ainda continuam muito propensas a aceitar o mito da superpopulação. Talvez já não seja mais uma idéia que atormente a imaginação popular, mas o slogan “estão nascendo pessoas demais” ainda faz com que muitíssimos casais — católicos ou não — rejeitem a bênção que significa ter uma família numerosa.

As responsabilidades do cuidado de uma família grande tornam você espiritual, mental e fisicamente maduro. Você cria o melhor clima possível para o desenvolvimento do caráter. Você torna-se capaz de cultivar vocações para uma vida de entrega a Deus e aos outros.

O meu argumento favorito em favor das famílias numerosas é aquele dado por Lawrence Lovasik num livro chamado Catholic Family Handbook : “Em vez de gastar os 20 ou 25 anos de fertilidade mútua trabalhando como escravos para construir um negócio, conquistar posições na sociedade ou entregar-se a prazeres e confortos egoístas, vocês podem fazer a coisa melhor e mais grandiosa possível: trabalhar por Deus, criando filhos cujas almas estão destinadas a serem felizes com Ele (e com vocês) por toda a eternidade”.

É por isso que vale a pena ser um rebelde.
artigo extraído de http://www.paulofernando.com.br/

terça-feira, 9 de junho de 2009

Pessoal, segue um artigo de meu grande amigo Carlos Ramalhete, pensador católico ímpar de nossos tempos.

Vale a pena ler até o final. O tema é atualizadíssimo: a união homossexual e a lei dos homens.

O artigo foi publicado no maior jornal do Estado do Paraná e considerado um dos maiores do Brasil.

O link original é: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=892805&tit=Um-problema-de-definicao

Boa leitura!

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Um problema de definição


A diferença maior entre uma sociedade saudável e uma sociedade em franco processo de decadência é a manutenção de uma ordem relativamente conforme à natureza humana. Quando uma sociedade perde os critérios naturais, o orgulho dos homens sempre a conduz a tentativas de substituição do natural por invencionices autodestrutivas.
Um tal caso é o da confusão atualmente em curso entre casais naturais, feitos de homem e mulher unidos para o auxílio mútuo e a procriação, e as chamadas uniões homoafetivas. Aqueles são uma instituição natural, sem a qual uma sociedade não pode perdurar. Estas são um fenômeno diverso, que não pode ser comparado com uma união matrimonial natural.
Pode haver um componente sexual numa união afetiva, como pode não haver. Em termos práticos, não há razão alguma para que seja tratada diferentemente pelo Estado a dupla do mesmo sexo que vive junta e tem relações sexuais, a dupla de irmãs solteiras que vivem juntas e a comunidade de hippies ou religiosos. O que ocorre sem vítimas entre quatro paredes não é da alçada do Estado, e não pode ser usado por ele para criar equivalências ao matrimônio natural.
Faz-se hoje uma daninha confusão entre o matrimônio e algumas uniões que por sua própria natureza não podem levar à continuação natural da sociedade através da procriação. Esta confusão é tanto mais estranha em um momento social em que o sexo é tratado como ato meramente fisiológico, tendo por fim o prazer e excluindo a procriação. Problemas reais e antigos, como a partilha de patrimônio construído em conjunto por pessoas que vivem juntas – irmãs solteironas ou duplas de amigos, com ou sem sexo – , já são tratados como desculpa para aplicar a uniões que não são matrimônios as regras matrimoniais... desde que haja sexo.
O problema deveria ser resolvido deixando cada um definir para quem vão os seus bens; não interessa ao Estado saber se há sexo com os herdeiros desejados. Mas não: se há sexo, vira sucedâneo de matrimônio. Se não há, azar de quem ajudou a construir um patrimônio! O Estado invade os quartos de dormir e faz do sexo a origem do matrimônio, ao mesmo tempo em que prega que sexo é um ato fisiológico a ser feito por todos, solteiros ou casados. Contradição, teu nome é decadência!
Desta confusão surge outra: se a união de solteiros que fazem sexo vira um matrimônio por uma penada do juiz ou legislador, a adoção de uma criança passa a ser desejada e tida como o próximo passo para a criação de uma “família” à moda Frankenstein. Trata-se de uma crueldade para com a criança, uma crueldade que o Estado não tem o direito de fazer. O Estado não pode impor a uma criança passar o resto da vida tentando explicar que em seus documentos há dois “pais” ou duas “mães”, e nenhum membro do outro sexo. Uma pessoa que entregue seu filho para que seja criado por uma dupla de solteiros do mesmo sexo – mais uma vez, com ou sem sexo – está esticando ao limite o seu pátrio poder. Já o Estado deve ter limites muito mais rígidos, por agir em nome de todos.
Quando uma criança é entregue ao Estado, ele deve agir com a máxima prudência e não se desviar do mais comum e do mais estabelecido; agindo em nome do povo, ele é obrigado moralmente a fazer o uso mais conservador e mais restrito do pátrio poder, que recebeu por substituição temporária e não lhe pertence.
Não é à toa que ao cidadão é permitido fazer o que a lei não proíbe, e ao Estado é proibido fazer o que a lei não autoriza: o Estado deve agir de forma contida, ou estará indo além de seu papel e de suas prerrogativas. Ao Estado não compete fazer revolução.
Na adoção, é necessário evitar toda e qualquer situação incomum e manter-se nos estritos limites do natural; tal como o Estado não pode registrar como “pais” de uma criança uma comunidade (hippie, religiosa etc.), tampouco pode fazê-lo com uma dupla do mesmo sexo que se vê como casal. Isto seria colocar a criança em uma situação atípica, forçando-a a passar a vida explicando que, sem ter escolha, tornou-se a vanguarda de uma tentativa de revolução contra a natureza.

Carlos Ramalhete é filósofo e professor.

sábado, 25 de outubro de 2008

A Virgem de Guadalupe



Imagem original do manto 
de Nossa Senhora de Guadalupe, 
no México (Reprodução)
Para o ateu moderno, acostumado a dar valor só ao que julga provado pela ciência, o milagre de Guadalupe, no México, é no mínimo constrangedor. Pois a ciência prova que houve milagre!

Uma pessoa não totalmente atéia, mas profundamente contaminada pelo pensamento moderno, dizia-me que aquilo que não é provado cientificamente não existe. Mas — típica contradição da alma humana — não queria falar do Santo Sudário de Turim, pois as descobertas científicas sobre ele a abalavam; e se fosse obrigada a olhar o assunto de frente, teria de negar o valor da ciência ou... converter-se.


Vejamos o problema do ponto de vista desses amantes indiscriminados da ciência. Para eles, tudo aquilo que não se demonstra em laboratório entra para o domínio da fantasia. Ciências, com C maiúsculo, são para eles a Física, a Química, a Biologia, etc. Já a História lhes parece suspeita, pois é irrepetível e muito subjetiva, ao depender de testemunhas. Muito mais ainda se for história eclesiástica, e o auge do suspeito lhes parecem as histórias dos milagres. São como o Apóstolo São Tomé, que precisou ver para crer. Para esse tipo de almas incrédulas, que havia até entre os Apóstolos, Nosso Senhor realiza certo tipo de milagres, de forma que não possam alegar a falta de provas. E uma dessas provas é a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, no México.





Breve resumo da história

No dia 9 de dezembro de 1531, na cidade do México, Nossa Senhora apareceu ao nobre índio Quauhtlatoatzin — que havia sido batizado com o nome de Juan Diego — e pediu-lhe que dissesse ao bispo da cidade para construir uma igreja em sua honra. Juan Diego transmitiu o pedido, e o bispo exigiu alguma prova de que efetivamente a Virgem aparecera. Recebendo de Juan Diego o
pedido, Nossa Senhora fez crescer flores numa colina semi-desértica em pleno inverno, as quais Juan Diego devia levar ao bispo. Este o fez no dia 12 de dezembro, acondicionando-as no seu manto. Ao abri-lo diante do bispo e de várias outras pessoas, verificaram admirados que a imagem de Nossa Senhora estava estampada no manto. Muito resumidamente, esta é a história, que foi registrada em documento escrito. Se ficasse só nisso, facilmente poderiam os céticos dizer que é só história, nada há de científico.



Os problemas para eles começam com o fato de ter-se conservado o manto de Juan Diego, no qual está impressa até hoje a imagem. Esse tipo de manto, conhecido no México como tilma, é feito de tecido grosseiro, e deveria ter-se desfeito há muito tempo. No século XVIII, pessoas piedosas decidiram fazer uma cópia da imagem, a mais fidedigna possível. Teceram uma tilma idêntica, com as mesmas fibras de maguey da original. Apesar de todo o cuidado, a tilma se desfez em quinze anos. O manto de Guadalupe tem hoje 475 anos, portanto nada deveria restar dele.


Uma vez que o manto (ou tilma) existe, é possível estudá-lo a fim de definir, por exemplo, o método usado para se imprimir nele a imagem. Comecemos pela pintura. Em 1936, o bispo da cidade do México pediu ao Dr. Richard Kuhn que analisasse três fibras do manto, para descobrir qual o material utilizado na pintura. Para surpresa de todos, o cientista constatou que as tintas não têm origem vegetal, nem mineral, nem animal, nem de algum dos 111 elementos conhecidos. “Erro do cientista” — poderia objetar algum cético. Difícil, respondemos nós, pois o Dr. Kuhn foi prêmio Nobel de Química em 1938.(2) Além do mais, ele não era católico, mas de origem judia, o que exclui parti-pris religioso.


No dia 7 de maio de 1979 o prof. Phillip Serna Callahan, biofísico da Universidade da Flórida, junto com especialistas da NASA, analisou a imagem. Desejavam verificar se a imagem é uma fotografia. Resultou que não é fotografia, pois não há impressão no tecido. Eles fizeram mais de 40 fotografias infravermelhas para verificar como é a pintura. E constataram que a imagem não está colada ao manto, mas se encontra 3 décimos de milímetro distante da tilma. Para os céticos, outra complicação: verificaram que, ao aproximar os olhos a menos de 10 cm da tilma, não se vê a imagem ou as cores dela, mas só as fibras do manto.


Convém ter em conta que ao longo dos tempos foram pintadas no manto outras figuras. Estas vão se transformando em manchas ou desaparecem. No caso delas, o material e as técnicas utilizadas são fáceis de determinar, o que não acontece com a imagem de Nossa Senhora.


Os olhos da imagem

Talvez o que mais intriga os cientistas sobre o manto de Nossa Senhora de Guadalupe são os olhos dela. Com efeito, desde que em 1929 o fotógrafo Alfonso Marcué Gonzalez descobriu uma figura minúscula no olho direito, não cessam de aparecer as surpresas. Devemos primeiro ter em vista que os olhos da imagem são muito
pequenos, e as pupilas deles, naturalmente ainda menores. Nessa superfície de apenas 8 milímetros de diâmetro aparecem nada menos de 13 figuras! O cientista José Aste Tonsmann, engenheiro de sistemas da Universidade de Cornell e especialista da IBM no processamento digital de imagens, dá três motivos pelos quais essas imagens não podem ser obra humana:


•Primeiro, porque elas não são visíveis para o olho humano, salvo a figura maior, de um espanhol. Ninguém poderia pintar silhuetas tão pequenas;

•Em segundo lugar, não se consegue averiguar quais materiais foram utilizados para formar as figuras. Toda a imagem da Virgem não está pintada, e ninguém sabe como foi estampada no manto de Juan Diego;

•Em terceiro lugar, as treze figuras se repetem nos dois olhos. E o tamanho de cada uma delas depende da distância do personagem em relação ao olho esquerdo ou direito da Virgem.

Esse engenheiro ficou seriamente comovido ao descobrir que, assim como os olhos da Virgem refletem as pessoas diante dela, os olhos de uma das figuras refletidas, a do bispo Zumárraga, refletem por sua vez a figura do índio Juan Diego abrindo sua tilma e mostrando a imagem da Virgem. Qual o tamanho desta imagem? Um quarto de mícron, ou seja, um milímetro dividido em quatro milhões de vezes. Quem poderia pintar uma figura de tamanho tão microscópico? Mais ainda, no século XVI...







Tentativa de apagar o milagre

Assim como meu conhecido não desejava falar do Santo Sudário, outros não querem ouvir falar dessa imagem, que representa para eles problemas insolúveis. O anarquista espanhol Luciano Perez era um desses, e no dia 14 de novembro de 1921 colocou ao lado da imagem um arranjo de flores, dentro do qual havia dissimulado uma potente bomba. Ao explodir, tudo o que estava perto ficou seriamente danificado. Uma cruz metálica, que ficou dobrada, hoje se conserva no templo como testemunha do poder da bomba. Mas... a imagem da Virgem não sofreu dano algum.

E ainda ela está hoje ali, no templo construído em sua honra, assim como uma vez esteve Nosso Senhor diante do Apóstolo São Tomé e lhe ordenou colocar sua mão no costado aberto pela lança. São Tomé colocou a mão e, verificada a realidade, honestamente acreditou na Ressurreição. Terão essa mesma honestidade intelectual os incrédulos de hoje? Não sei, porque assim como não há pior cego do que o que não quer ver, não há pior ateu do que o que não deseja acreditar. Mas, como católicos, devemos rezar também por esse tipo de pessoas, pedindo a Nossa Senhora de Guadalupe que lhes dê a graça de serem honestas consigo mesmas.


Nossa Senhora de Guadalupe e os papas


O Papa Pio X, em 24 de agosto de 1910, declarou Nossa Senhora de Guadalupe “Celestial Padroeira da América Latina”; Pio XI, “de todas as Américas”; Pio XII a chamou “Imperatriz das Américas”. Ao todo, vinte e cinco papas aprovaram e incentivaram o culto a Nossa Senhora de Guadalupe. Disse o Papa Bento XIV, em 1754: "Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros... uma Imagem estampada numa tela tão rala que através dela pode se enxergar o povo e a nave da Igreja... Deus não agiu assim com nenhuma outra nação".Coroada em 1875 durante o Pontificado de Leão XIII, Nossa Senhora de Guadalupe foi declarada "Padroeira de toda a América" pelo Papa Pio XII a 12 de outubro de 1945.



Juan Diego foi beatificado pelo Papa João Paulo II em 6 de Maio de 1990, no México, e canonizado pelo mesmo Pontífice em 31 de Julho de 2002.
A imagem da Virgem de Guadalupe se venera no México com maior devoção, e os milagres obtidos pelos que rezam à Virgem de Guadalupe são extraordinários.

Oração:

Ó gloriosa Mãe de Deus, Nossa Senhora de Guadalupe,
padroeira da América Latina:
Abençoai esta casa e a família que aqui reside.
Protegei nossos filhos, livrando-os das maldades e dos perigos deste mundo.

Guardai nosso lar, escondendo-o dos olhos dos maus.
Que nesta casa o nome de Deus seja sempre invocado com respeito e amor.
Que os Seus mandamentos sejam observados com fidelidade.
Que Vosso bendito nome, ó Mãe querida, seja sempre
lembrando com muita devoção.
Que a palavra de Vosso Filho Jesus seja sempre meditada
e seguida todos os dias de nossa vida.
Honra, louvor e glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo:
Trindade Santíssima. Amém.


Fontes: Catolicismo por Valdis Grinsteins e farfalline.blogspot.com.br

Atualizado por Cruzada Católica em 12/12/2015


A comuhão na mão!

Amigos, mais uma vez estou aqui, para não fazer calar a voz que vem do céu. Se fala muito em direitos humanos, mas a grande maioria se esquece dos direitos de Deus.

Pois bem, não me esqueço de uma entrevista de Madre Teresa de Calcutá, aonde os repórteres perguntam à ela sobre o que mais a preocupava no mundo, se era a fome, a miséria ou até mesmo o descaso dos países ricos em relação aos países mais pobres.

Vejam só a resposta de uma verdadeira santa:

O que mais me aflige é ver as pessoas recebendo a santa comunhão nas mãos!

E hoje, o que vemos em nossas paróquias?

Um exército de ministros da sagrada comunhão, colocando as mãos no Santíssimo Sacramento sem mesmo as purificar (lembrando que o Padre as lava antes de manipular as sagradas espécies), para colocar nas mãos de outras pessoas.

E os Padres? Infelizmente, na maioria das vezes alegam cançaço e não descem mais para distribuir a sagrada comunhão, ofício que na verdade é obrigatóio da parte deles.

Os ministros da sagrada comunhão? Jamais deveriam abusar arbritariamente da norma estabelecida, isto é, não poderiam estar distribuindo a comunhão nas Santas Missas cotidianas, somente em casos de extrema necessidade, ou seja, em Santas Missas campais, ou se o sacercote estiver em enfermidade ou estiver impossibilitado de distribuir.

Caso contrário, não devem de maneira alguma participar cotidianamente da distribuição, ja dizia nosso grande Papa João Paulo II.


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O artigo 154 do Redemptionis Sacramentum diz textualmente:
"Como já foi recordado, ministro com capacidade de celebrar in persona Christi o sacramento da Eucaristia é somente o sacerdote validamente ordenado. Por isso, o nome "ministro da Eucaristia" cabe propriamente somente ao sacerdote. Também por causa da sagrada Ordenação, os ministros ordinários da santa comunhão são os Bispos, os Sacerdotes e os Diáconos, aos quais, portanto, cabe distribuir a santa Comunhão aos fiéis leigos na celebração da santa Missa. Manifeste-se, assim, corretamente e com plenitude o seu múnus ministerial na Igreja, e se cumpra o sinal sacramental".

O artigo 155 afirma que o Bispo Diocesano, por razão de "autêntica necessidade" pode delegar a um leigo como "ministro extraordinário da comunhão" -- não da Eucaristia -- e que "Somente em casos particulares e imprevistos, pode ser dada permissão por um sacerdote, a um leigo, para dar a Comunhão, só para uma ocasião concreta" ( não para sempre).

Que essa permissão não deve ser para sempre, ou habitualmente, é afirmado no artigo 156 que diz:

"Este ofício -- [de distribuir a comunhão extraordinariamente] -- seja entendido em sentido estrito conforme sua denominação de ministro extraordinário da santa Comunhão, e não "ministro especial da santa Comunhão" ou "ministro extraordinário da Eucaristia" ou "ministro especial da Eucaristia" definições que ampliam indevidamente e impropriamente o alcance dessa denominação". [O negrito é meu].

Como você vê, a distribuição da Comunhão não pode ser delegada para sempre, definitivamente, pelo sacerdote. Esse é um dos abusos que o Papa determinou extirpar.

O artigo 157 do decreto papal afirma que havendo Padre, é ele quem deve distribuir a sagrada Comunhão e não delegar essa função a um leigo.

Veja o que determinou o Papa a quem você -- e todos os católicos, inclusive o padre --devem obedecer:

"157. Se costumeiramente está presente um número suficiente de ministros sacros também para a distribuição da santa Comunhão, não se podem deputar para essa função os ministros extraordinários da santa Comunhão. Em tais circunstâncias, aqueles que fossem deputados a tal ministério, não o exercitem.
É reprovável o costume daqueles sacerdotes que, se bem que estejam presentes à celebração, se abstém normalmente de distribuir a Comunhão, encarregando os leigos para tal dever"
(O sublinhado e o negrito são meus).
Portanto, nunca distribua a comunhão, havendo um padre presente.

E o artigo 158 prossegue explicando:

"158. O ministro extraordinário da santa Comunhão, de fato, poderá administrar a Comunhão somente quando faltem o Sacerdote e o Diácono, quando o Sacerdote estiver impedido por doença, velhice ou outro motivo sério, ou quando o número de fiéis que acedem à Comunhão é tão grande que a própria celebração da Missa se prolongaria por demais. Todavia, isto se compreenda no sentido de que um breve prolongamento da Missa, conforme a cultura e os hábitos locais, será considerado motivo totalmente insuficiente [para delegar a distribuição a leigos]" (Negrito e sublinhado meus].

Me lembro agora, do grande Monsenhor Calazans que, mesmo já em idade avançada, descia com dificuldades para distribuir a Sagrada Comunhão.

Quanto zelo! Quanto amor! Que exemplo!

Infelizmente, sacerdotes com verdadeiro zelo apostólico, amor à Santa Eucaristia e respeito máximo ao divino e ao sagrado, são como uma pedra preciosa, ou seja, muito difíceis de serem encontrados.

Agora, vejam só o recado de Nosso Senhor Jesus Cristo:



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O Substancial
24.10.08
Uma justiça pode dar prisão perpétua ou até a morte, mas a Minha justiça já é ao contrário, Eu posso perdoar conforme o que fez, mas também não posso socorrer todos aqueles que vêm fugindo da realidade. Eu sou real, enquanto o Meu adversário é falso e mentiroso, condena as pessoas sem dar o perdão. A morte só chega sem explicação quando a pessoa só vê o defeito dos outros, o seu ele ou ela não vê. Por isso, Judas Me traiu. Como agora, neste fim dos tempos, para alcançar o seu objetivo, passam por cima de qualquer pessoa, e depois que caem no sofrimento, o primeiro a pensar é em Mim, que sou o seu Deus. Antes, quando tudo ia bem, pouco em Mim pensavam. Para esses a morte chega mais rápido. Todas essas doenças malignas, a maior parte é porque pouco ligaram para Mim. E quando vêem que não têm mais cura, vêm te procurar, Meu filho, e tu nada podes fazer. Não que tu não possas, podes sim, com a Minha ajuda, mas é como Eu quero.
Meu filho Pedro II, os teus problemas que ainda trazes contigo, num instante Eu, Jesus, posso resolver. Mas, para que os outros venham compreender que um filho que faz toda a Minha vontade mostre só um pouquinho do que passei na cruz do Meu tão grande sofrimento carregando-a. Ali carregava os grandes pecados de cada um que acreditava em Mim, e não por aqueles que só pensavam em si. Já basta de ver tanta injustiça neste mundo, onde o ser humano pouco a pouco vem se esquecendo de Mim. A vitória deles é derrota pela maldade que criaram para si mesmo. O respeito pouco existe, e a fé diminui cada dia que se passa. O escândalo vem tomando conta até dentro de um lar. Se um ou dois rezam para Mim, três ou quatro são contra. O substancial, que é o Meu Santo Corpo, é entregue nas mãos de qualquer um. Pilatos fez isto para Comigo, lavou suas mãos para não ter culpa e Me entregou ao povo para Me crucificar. E assim a maioria vem fazendo Comigo, na consagração da santa hóstia. Depois de consagrada Eu caio, muitas vezes, nas mãos de pessoas imundas. Este erro eles não vêem, mas o deles Eu vejo. Quanto desprezo por Mim!
É por isso, Meu filho Pedro II, que este teu serviço eles ignoram, por seres obediente a Mim.
Jesus e Pedro II

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Um Decreto de Nosso Senhor aos Sacerdotes


Queridos amigos, esta mensagem me chamou a atenção, observem bem a advertência dada aos sacerdotes do mundo inteiro. 


Porque não se prega mais sobre as realidades eternas? Porque não se fala mais nas homilias sobre os novíssimos do homem? Porque não há mais pregações fecundas? Ó sacerdote de Cristo, espere que
este aviso chegue também ao seu conhecimento. Para o vosso bem, e para o bem do rebanho na qual Nosso Senhor confiou a ti. Leiam:   


A Palavra

Mensagem recebida pelo confidente católico Bento da Conceição em 20.10.08

Um decreto assinado por Mim é muito mais do que qualquer outro documento, quando se trata de assunto que envolve principalmente a pessoa que não dá a mínima importância pelo cargo que sai daqui. A pessoa predestinada por Mim, por exemplo, um padre que não liga de se preparar antes da celebração da Santa Missa, e que depois não sabe o que diz, pode essa pessoa se comprometer a perder a sua alma, por estar na frente dirigindo os fiéis. Os Meus assuntos não estão sendo preparados, esquece o que tem de fazer, que é falar somente a verdade e não misturar as coisas sagradas, ou também deixar de confessar as pessoas. A razão de tudo isto é a falta de obediência. Um representante Meu tem que agir conforme está escrito nas Escrituras, e não falar aquilo que não convém. Um cargo se dá à pessoa quando faz um serviço bem feito. Mas tem um porém, também tem muitos sacerdotes que falam bem declarado, mas depois fogem da realidade, se comprometendo com outros afazeres que não são Meus, deixando de lado o Meu serviço para se comprometer com outros assuntos. A palavra de Deus só pode sair da boca de um enviado Meu que tenha hombridade de assumir com muita honra, devido o compromisso que assumiu no dia que foi dado o título de sacerdote.
Por isso a vós todos Eu, Jesus, peço, cumpram com as suas obrigações para receberem o que merecem, pelo bom serviço prestado a Mim. Do contrário, na Minha frente te chamarei de servo infiel, porque desviastes do que te mandei fazer e do que não devias ter feito, fugindo da realidade para satisfazer a tua vontade e não a Minha.
Agora pense bem neste decreto que estou enviando a todos os sacerdotes. Se vieres Me atender, ainda tens só um pouco de tempo, mas se Eu te encontrar com outros afazeres, depois não Me culpe. Todo pecado posso perdoar, mas um enviado Meu que vier deixar de fazer o que venho pedindo, não terá parte Comigo agora nesta vida e nem na outra.

Jesus e Pedro II