quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Lésbica, casada e a celebrar a 'missa'


Nota: a tradutora menciona 'padre' e 'missa', mas o certo é pastor e culto.


SUÉCIA:Lésbica, casada e a celebrar a missa


Celebração de um casamento numa igreja luterana de Gotemburgo, em 2001, numa altura em que ainda não estava legalizado.

Enquanto a França se divide em relação ao casamento para todos e o Parlamento polaco acaba de rejeitar a união civil, um país parece estar acima destes debates: a Suécia. Lá, é possível ser lésbica, casada e… bispa sem causar escândalo.
Nesse dia, os sinos da igreja da aldeia de Dalby, no sul da Suécia, tocaram só para elas. Anna e Cristina Roeser conheceram-se em 2005. Poucos meses depois começaram a viver juntas e, mais tarde, anunciaram o seu noivado. Anna é auxiliar de infância numa creche. Christina estuda teologia. Ambos sempre sonharam construir uma família. Para ter o direito à procriação medicamente assistida, tinham de oficializar a sua “união”. Queriam um grande casamento pela igreja, mas acabaram por abandonar a ideia.
A cerimónia foi organizada no tribunal em 2007. “O juiz recebeu-nos durante a sua pausa, no meio de um processo por corrupção”, conta Anna. Na altura, a Igreja Evangélica Luterana à qual pertencem como 70% dos suecos, considera a possibilidade de abrir o casamento aos casais homossexuais.“Sabíamos que estava para acontecer, mas não sabíamos quando”, explica Christina. Em vez de tentar obter a bênção religiosa pela sua união, decidiram esperar até poderem realmente casar. A 1 de abril de 2009, os deputados aprovaram uma lei que autoriza o casamento “sexualmente neutro”. Seis meses mais tarde, a Igreja da Suécia, separada do Estado desde 2000, faz o mesmo, tornando-se a primeira Igreja maioritária no mundo a casar pessoas do mesmo sexo.

Uma minoria de refratários

Para os cristãos homossexuais(???), que lutam há mais de trinta anos na Suécia, é uma grande vitória. Para as duas mulheres, é uma decisão lógica. Nunca precisaram de defender a sua orientação sexual junto dos seus próximos ou colegas. Em outubro, tornaram-se mães de duas pequenas raparigas, Théia e Esther, que batizaram recentemente. Anna, 37 anos, é a
mãe biológica. “Na Suécia ninguém acha isso estranho”, garantem. O mesmo se aplica ao casamento pela igreja, celebrado em agosto de 2010. “Queria muito que o nosso amor fosse abençoado por Deus”, confia Christina, 28 anos, que foi ordenada padre há um ano.
Mas a decisão de casar os casais homossexuais não deixou toda a gente contente no país. Muitos bispos teriam preferido que a Igreja luterana renunciasse ao seu direito de celebrar os casamentos, em vez de se pronunciarem sobre o texto de lei adotado pelo Parlamento. Os membros do sínodo, composto por 250 representantes eleitos nas paróquias, recusaram esta solução. E 70% deles aprovou o casamento para todos, a 22 de outubro de 2009.
Desde então, os ânimos voltaram a acalmar, garante o arcebispo Anders Wejryd que exerce em Uppsala (perto de Estocolmo), o centro da Igreja luterana sueca. Não tem nada que ver, afirma ele, com os conflitos que resultaram da decisão de ordenar as 'mulheres padres' em 1958. Houve alguns refratários que se demitiram, mas não passaram de uma minoria. Não houve nenhuma “corrida à igreja”: entre 2010 e 2011, apenas 350 casais homossexuais casaram pela igreja, contra cerca de 40 mil casamentos heterossexuais.
Em julho de 2009, dois bispos anglicanos enviaram uma carta ao arcebispo da Suécia para o alertar: a decisão da Igreja sueca “corre o risco de comprometer a nossa comunidade”, escreveram. A Igreja ortodoxa russa já cortou relações em 2005, em reação à bênção das uniões civis. Na altura, na Suécia, mais de 800 padres assinaram uma petição que denuncia uma decisão que consideram “entrar em conflito com a ordem da vida de casal e do casamento que Deus, através da sua palavra, nos revelou e que se define como uma relação entre um homem e uma mulher”.

O milagre do amor

Em 1985 os bispos da Suécia recomendavam a abstinência aos cristãos homossexuais. Foram necessárias três investigações adicionais e dezenas de relatórios para começar a mudar as coisas. Há quem continue a opor-se. Em Estocolmo, no verão de 1980, o padre Ludvig Jönsson organizou uma missa na sua igreja para celebrar o fim da parada do orgulho gay“Sempre que um amor nasce, é acompanhado de um milagre”, declarou. Estas palavras continuam a fazer-se ouvir.
Eva Brunne, 58 anos, homenageia-o a ele e aos seus predecessores. Em 2009 foi eleita bispa de Estocolmo. A informação deu a volta ao mundo. Esta garante que a sua orientação sexual, ou o facto de estar a criar uma criança com uma mulher, nunca foram alvos de debates na sua nomeação. Estará a Igreja da Suécia à frente do seu tempo? “Penso sobretudo que, por sermos uma igreja reformada, estamos habituados a evoluir à medida que a sociedade se transforma”, considera.
Em Uppsala outra mulher padre e lésbica concorda. Para a Igreja Luterana Evangélica, explica Anna-Karin Hammar, 61 anos, “a experiência é tão importante quanto a tradição”. Está convencida de que, “se São Paulo vivesse nos dias de hoje e soubesse o que nós sabemos, seria a favor do casamento dos casais do mesmo sexo”.[quanta heresia e blasfema].
 Proveniente de quatro gerações de padres, Anna-Karin Hammar surpreendeu todos e todas em 2006, quando apresentou a sua candidatura à sucessão do seu irmão, o arcebispo K. G. Hammar. Teve de ser:"Nenhuma outra mulher o quis fazer". Uma pioneira? Em 2001, com a sua companheira, Ninna Edgardh, 57 anos, teóloga e mãe de duas crianças, convidaram 70 pessoas próximas para a catedral de Uppsala para abençoar a sua união, celebrada por uma amiga bispa, quatro anos antes de este tipo de cerimónia ser oficialmente autorizado pela igreja.
O presidente da Ekho (Associação Ecuménica de Cristãos Homossexuais), Gunnar Beckström, que já enfrentou todo o tipo de lóbi, tem um conselho para os 'homossexuais católicos' franceses: “Levantem-se e digam que não querem ser mais oprimidos”. Porque o papa está errado: “Tem de começar a ler os textos corretamente e a interessar-se pelo recente estudo da Bíblia”. E insiste: “A homossexualidade não é uma doença. Oprimir os homossexuais nunca foi a vontade de Deus”.
Traduzido por Rita Azevedo - fonte: http://www.presseurop.eu/pt

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Os comentário colocados entre parenteses foram feitos por mim: autor desse Blog.
Pode-se perceber claramente a mentalidade desse povo que se afastou de DEUS e criou o seu próprio 'deus'. Um 'deus' que permite tudo, onde a libertinagem está acima de qualquer lei moral que sempre regrou a vida do verdadeiro cristão.
Enfim, uma 'igreja renovada'. Vale tudo, pois o que importa é o 'amor'.

Carta de São Paulo aos Romanos 1
(caso alguém possa ter alguma dúvida disso...)

25. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém!
26. Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza.
27. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario.
28. Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Deus entregou-os aos sentimentos depravados, e daí o seu procedimento indigno.
29. São repletos de toda espécie de malícia, perversidade, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade.
30. São difamadores, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, soberbos, altivos, inventores de maldades, rebeldes contra os pais.
31. São insensatos, desleais, sem coração, sem misericórdia.
32. Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus que considera dignos de morte aqueles que fazem tais coisas, não somente as praticam, como também aplaudem os que as cometem.









terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Hipócritas!


2. Quando vem a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está avermelhado.
3. E de manhã: Hoje haverá tormenta, porque o céu está de um vermelho sombrio.
4. Hipócritas! Sabeis distinguir o aspecto do céu e não podeis discernir os sinais dos tempos? Essa raça perversa e adúltera pede um milagre! Mas não lhe será dado outro sinal senão o de Jonas! Depois, deixando-os, partiu


São Mateus, 16



(clique na foto para ampliar)

Chegada do temporal em Santa Monica, cerca de 25 quilômetros de Punta del Este, em registro de Luqitaa Knowles/Facebook

O Instituto Plínio Corrêa de Oliveira (IPCO) recolhe assinaturas pela rejeição do Projeto de Código Penal – PLS 236/2012




Membros do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira estão realizando diversas campanhas nas ruas da capital paulista recolhendo assinaturas para que o Senado rejeite em bloco, ou em parte, do Projeto de Código Penal – PLS 236/2012.


Segue abaixo o texto da petição 
para conhecimento de nossos leitores.
 
Petição Urgente ao Presidente do Senado Federal e aos integrantes da Comissão Especial responsável por examinar o Projeto de Código Penal

Exmo. Sr. José Sarney, presidente do Senado Federal e Exmos. Srs. Senadores integrantes da Comissão Especial que examina o Projeto de Código Penal – PLS 236/2012

Os abaixo assinados, na qualidade de eleitores a quem cumpre o direito e o dever de um voto consciente e vigilante, altamente apreensivos com o conteúdo do Projeto de lei que trata da reforma do Código Penal brasileiro (PLS 236/2012), atualmente tramitando nessa nobre Casa legislativa, vimos, aderindo à iniciativa do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, pedir o que segue.

Pedidos

A – que o PLS 236/2012 seja rejeitado em bloco;

B – Ou pelo menos:

1 – Sejam penalizados os menores de 18 anos que cometerem crimes;

2 – Não haja qualquer liberalização do aborto;

3 – Não haja qualquer liberalização das drogas;

4 – Não se facilite a prostituição dos nossos jovens;

5 – Não se libere, na prática, o crime de infanticídio;

6 – Não sejam liberados rituais pagãos indígenas, por ex. os que matam crianças;

7 – Não se libere o assassinato de idosos e doentes (eutanásia);

8 – Não se libere a pedofilia;

9 – Não se conceda ao lobby homossexual os privilégios que reivindica;

10 – Seja cancelado o dispositivo que libera um “terrorismo bom”;

11 – Suprima-se toda ambigüidade ao classificar “trabalho análogo ao de escravo”;

12 – Cancelem-se os dispositivos estatizantes;

13 – Cancele-se o absurdo “endeusamento” ecológico de animais, em desfavor das pessoas;

Razões dos pedidos:

A – É tal o conjunto de insânias e absurdos, muitos deles moralmente inaceitáveis, reunidas no Projeto de Código Penal, que o melhor seria rejeitá-lo em bloco. Foi aliás a conclusão a que chegou, com muita propriedade e erudição, o eminente jurista Miguel Reale Jr., em entrevista ao Consultor Jurídico: “Não tem conserto. Os erros são de tamanha gravidade, de tamanha profundidade, que não tem mais como consertar”. É de notar que o presente Projeto é uma aplicação, no campo penal, do inaceitável 3º Plano Nacional dos Direitos Humanos (PNDH-3), lançado por decreto do então presidente Lula da Silva, nas vésperas do Natal de 2009, e que provocou enorme rejeição da sociedade brasileira, estando o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira entre os primeiros a denunciar seus absurdos. A partir de então pouco se falou sobre o PNDH-3, mas ele vem sendo aplicado sorrateiramente e a conta-gotas, utilizando-se para isso diversos instrumentos legais ou propagandísticos. A professora e doutora em direito penal Janaína Conceição Paschoal, advogada e professora livre-docente da Faculdade de Direito da USP, em artigo “Direito penal politicamente correto” assim analisa o Projeto: “Código Penal para acadêmicos: rígido com o abandono de cães, não com o aborto. Homicídio prescreve; racismo não. Drogas? Caso de saúde. Bullying? Polícia!”.  Não é de estranhar, pois que dois grandes nomes da área penal – a Ministra Maria Thereza Rocha de Assis Moura (Ministra do Superior Tribunal de Justiça-STJ) e o advogado René Ariel Dotti – acabaram se retirando da Comissão que preparou o anteprojeto.

B – Caso essa rejeição total do PLS 236/2012 não venha a ser efetivada, seria indispensável ao menos expurgá-lo de diversos incisos que violam gravemente as tradições pátrias, o senso moral dos brasileiros e o espírito cristão da grande maioria de nosso povo. São exemplos:

1 – O tabu de que o menor de 18 anos não pode ser criminalizado (o que só favorece o crime organizado, que se utiliza fartamente de menores);

2 – Um dos pontos mais graves do Projeto diz respeito a uma deplorável liberalização do aborto, abrindo caminho para que a matança dos inocentes no seio materno deixe de ser crime. Chega-se ao descalabro de que, em caso de risco à vida da gestante, o aborto pode ser feito sem autorização dela ou de alguém responsável! Explica o eminente jurista Ives Gandra Martins: “Pela Lei Tamar, destruir ovos de tartaruga é crime, pelo Código Penal matar seres humanos no ventre materno, não. É a desvalorização máxima do ser humano”.

3 – Liberação das drogas: sendo para uso pessoal, deixa de ser crime usar, transportar e até cultivar qualquer tipo de droga, mesmo as classificadas como “pesadas”. Se aprovado, será o paraíso dos traficantes, pois encontrarão uma clientela fácil, impune e disposta a encobri-los. Isso sem falar de que essa liberalização acaba sendo um sinal de que o uso delas não é mau, quando o mesmo deveria ser desestimulado.

4 – O Projeto abre as portas para o lenocínio e o rufianismo, dando largas a toda exploração da prostituição, inclusive com fins de lucro.

5 – No crime de infanticídio, conforme explica o Dr. Gilberto Callado – procurador estadual de Justiça, advogado e jornalista – houve uma redução da pena, permitindo ademais a possibilidade de aplicação antecipada do chamado sursis processual. A conseqüência desse instituto despenalizador, aplicado ao infanticídio, é a sua banalização processual e penal. Assim, o que se observa na proposta é a quase completa impunidade do infanticídio e a injustificável diminuição da proteção da vida humana.

6 – Em certos rituais macabros de tribos indígenas brasileiras, sacrificam-se crianças portadoras de deficiências físicas ou mentais, e até gêmeos podem ser sacrificados. Esta espécie de eugenia é praticada através de ritual para cumprir tradição de algumas tribos indígenas. Pois bem, para o Projeto, essa e outras cerimônias macabras dos índios merecem respeito e devem ser preservadas, ainda que representem a “cultura da morte”, o que em nada beneficia os índios. O Projeto tenta imunizar práticas condenáveis do indigenismo neopagão, em lugar de favorecer o que as tribos têm de legítimo.

7 – A eutanásia é totalmente liberada na prática, pois tais são as circunstâncias em que ela não é penalizada, que equivale a uma liberação total;

8 – No caso de crimes sexuais contra vulneráveis, reduziu-se a menoridade do ofendido para até 12 anos. Todas as perversões sexuais contidas nos tipos penais referentes a ações praticadas por um indivíduo adulto contra adolescente de mais de 12 anos de idade, com o seu consentimento, não mais serão punidas. Essa aberração fica liberada.

9 – O Projeto não ousou utilizar o termo “homofobia”, talvez para não dar mostras de estar atrelado ao lobby homossexual, a cujo jargão esta palavra pertence. Mas através de circunlóquios atende generosamente às pressões desse lobby, sempre a pretexto, é claro, de direitos humanos. Incluída entre os “crimes resultantes de preconceito ou discriminação”, qualquer “ofensa” aos homossexuais, entra na categoria de crimes hediondos, insuscetíveis de fiança, anistia e graça. Além disso, em numerosas tipificações de crimes, o delito cometido por preconceito de orientação sexual ou identidade de gênero aparece como circunstância agravante, portanto com aumento de pena. Coloca assim os homossexuais e outros da sigla LGBT numa situação privilegiada, pois não basta que as agressões, atentados etc contra eles sofram a punição devida a qualquer agressor, mas postula-se uma punição maior e mais abrangente. É preciso expurgar o Projeto desse privilégio indevido, que se volta contra a população em geral, já amedrontada pela propaganda brutal em favor da agenda homossexual. O estudo da Dra. Helena Lobo da Costa, advogada e professora de Direito Processual Penal na Faculdade de Direito da USP, publicado no jornal da OAB/SP, mostra documentadamente que uma lei contra a homofobia é totalmente inútil do ponto de vista jurídico.

10 – A diferenciação entre um terrorismo “ruim”, a ser punido, e um “bom” a ser defendido, faz esfregar as mãos de contentamento aos movimentos ilegais como o MST, os invasores de propriedades urbanas e agrícolas. É o sinal verde para invadirem e depredarem, como costumam fazer.

11 – O Projeto aumenta as penas devidas a quem reduz outrem à condição análoga à de escravo, incluindo-o na categoria de crimes hediondos. Mas, na enumeração do que venha a ser essa analogia com a escravidão, é de uma ambigüidade preocupante, o que pode levar a enormes injustiças. É bom lembrar que até a falta de carteira assinada já tem sido qualificada como sendo análoga à escravidão!

12 – O Projeto é altamente estatizante, pois o Estado penetra nas minúcias da vida de família e do cidadão para impor sua vontade, sob pena de crime. Assim é, por exemplo, com a criminalização do bulling. Também está tipificada como crime a conduta de entregar a menores de idade fogos de estampidos ou de artifício (traques, bombinhas, rojões, fósforos de cor etc.), com ameaça penal de 2 a 6 anos. Assim, o cuidado dos pais com os filhos menores em festas de São João será entregue ao Estado.

13 – Seguindo as pegadas de uma ecologia radical – condenada em livro que vai se tornando bestseller, do Príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança, intitulado “Psicose Ambientalista” – protege-se mais o animal do que a pessoa humana. Tomem-se, por exemplo, os crimes de omissão de socorro de criança abandonada ou de lesões corporais, cuja pena mínima é doze vezes inferior (um mês de prisão) à do crime de omissão de socorro de qualquer animal que esteja em grave e iminente perigo (um ano de prisão).

Na esperança de que V.Excias. coibirão abusos tão gritantes que ameaçam a população brasileira e que tornam verdadeiramente criminoso esse Projeto de Código Penal, subscrevemo-nos.
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Vamos rezar por esses irmãos que sempre se dispõem a defender a fé católica com muita garra e com muita coragem, mesmo sendo insultados e agredidos como aconteceu em Curitiba no dia 14 de janeiro que causou repercussão também no exterior. Você pode ver a matéria aqui.

Veja também:

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

VEJA O PORQUÊ DO SUCESSO DO FILME CRISTIADA: ATORES CONTAM SOBRE CONVERSÃO, O QUE DEFENDEM E FALAM SOBRE LIBERDADE RELIGIOSA. (PARTE 3 - BEATO JOSÉ LUIZ SANCHEZ DEL RIO)

BEATO JOSÉ LUIZ SANCHEZ DEL RIO

As lições do menino mexicano 
que queria morrer por Cristo Rei.

José Luiz Sanchez Del Río (no filme é interpretado por Mauricio
Kuri) nasceu a 28 de março de 1913, na cidade Sahuayo, província de Michoacan, México. Vivia uma vida comum, como qualquer outro menino do interior do México, até que esta normalidade foi quebrada pela ascensão de Plutarco Elias Calles à chefia do poder daquela nação.Este presidente tirânico, declaradamente socialista e maçom, empreendeu em todo o país uma das maiores perseguições que a Igreja Católica sofreu no século XX. Com o pretexto de “livrar a nação do fanatismo religioso” (qualquer semelhança não é mera coincidência), Plutarco Calles iniciou uma investida militar contra padres, religiosos e fiéis leigos que demonstrassem qualquer sinal da fé católica. Confiscou todas as Igrejas, prendeu e matou padres, bispos, frades, freiras dentre muitos outros. 
Cena do filme
Após tanta perseguição, um grupo de fiéis católicos viu-se obrigado a pegar em armas para garantir sua sobrevivência. Este conflito ficou conhecido como Cristiada ou Guerra Cristeira, em homenagem aos soldados cristãos que eram conhecidos como Cristeros.

Um dia, ao visitar o túmulo do beato mártir Anacleto González Flores, que havia morrido durante a perseguição de maneira brutal e impiedosa, José Luiz Sanchez Del Río rezou a Deus, pedindo para que ele também pudesse morrer pela manutenção de sua Fé. Então, aos 13 anos de idade, foi procurar o general Prudencio Mendoza, que tinha sua base na vila de Cotija, para que pudesse ingressar no exército cristero. Ao chegar, dirigiu-se ao general que o indagou:
—O que viste fazer aqui meu rapaz? Ele respondeu:
—Vim aqui para morrer por Cristo Rei.
Cena do filme

A sinceridade daquelas palavras e o vívido olhar destemido daquele nobre rapaz ressoaram profundamente no coração do general cristero, que autorizou sua entrada na milícia. Ao longo de um ano, José Luiz Sanchez Del Río combateu em muitos confrontos ferozes contra o exército regular do governo comunista e maçom.

Em fevereiro de 1928, cerca de 1 ano após o seu ingresso no exército cristero, o menino e seus confrades foram surpreendidos numa emboscada. José Luiz cedeu seu cavalo ao líder da resistência, sendo capturado pelos sádicos soldados do governo de Plutarco. Na intenção de fazer com que o menino renunciasse sua fé, descamaram a planta de seus pés até as nervura e o amarraram em um cavalo, obrigando-o a andar por cerca de quatorze quilômetros a pé e descalço. 
Cena do filme

Não precisamos aqui dizer o nível de dor que esta pobre criança sentiu, mesmo assim, nos momentos em que as dores lhes eram insuportáveis, o menino cheio da Graça Divina Bradava em voz alta e vigorosa “Viva Cristo Rey e la Virgem de Guadalupe!”
Sem sucesso na tentativa de que José Luiz abjurasse de sua fé por meio da dor mais causticante e alucinante possível, os soldados tentaram com intimidá-lo de outra maneira. Ao chegar na vila em que nascera, para ser executado no dia seguinte, os soldados fizeram com que a mãe do menino escrevesse-lhe uma carta pedindo para que ele abjurasse da fé católica, para poder ser solto. José Luiz Sanchez Del Río respondeu assim ao bilhete de sua mãe:

    “Minha querida mãe: Fui feito prisioneiro em combate neste dia. Creio que nos momentos atuais vou morrer, mas não importa, nada importa, mãe. Resigna-te à vontade de Deus; eu morro muito feliz porque no fim de tudo isto, morro ao lado de Nosso Senhor. Não te aflijas pela minha morte, que é o que me mortifica. Antes, diz aos meus outros irmãos que sigam o exemplo do mais pequeno, e tu faz a vontade do nosso Deus. Tem coragem e manda-me a tua bênção juntamente com a de meu pai. Saúda a todos pela última vez e tu recebe por último o coração do teu filho que tanto te quer e tanto desejava ver-te antes de morrer”

No dia seguinte, 10 de fevereiro de 1928, uma sexta-feira, o menino que estava prestes a completar 15 anos ofereceu sua vida terrena para não perder a vida eterna ao lado de Jesus Cristo, a quem ele depositou sua fé com bravura e fidelidade.
Cena do filme

Precisamos saber que sem demonstrarmos profunda repugnância e asco pelo que destrói nossa Santa Igreja, não somos verdadeiramente cristãos. Não há verdadeiro amor se não há repulsa pelo que imediatamente opõe-se ao que amamos. É impossível pensar em ser católico sem concebermos a possibilidade de darmos nossa vida por Nosso Senhor Jesus Cristo.





Brasil vai ver o PLC 122 virando lei neste ano (senador Paulo Paim - "PT-RS")

O senador Paulo Paim (PT-RS), novo relator do PLC 122, que criminaliza a crítica às práticas homossexuais no Brasil, afirmou que vai aprovar o projeto de lei ainda neste ano. 
Paulo Paim



Em entrevista à Agência Senado, Paim elogiou o discurso pró-homossexualismo do presidente Barack Obama durante sua posse na semana passada, e prometeu que o Brasil vai ver o PLC 122 virando lei neste ano.
Ele disse: “Vou trabalhar muito por esse projeto. 2013 vai ser o ano da aprovação do PLC 122”.

Fonte: Julio Severo
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Se o PLC 122 for aprovado, 
ninguém poderá falar contra 
o homossexualismo. 
Se falar = cadeia 



Tolerância e paz ou irenismo puro? (Religiosos comemoram Dia de Combate à Intolerância Religiosa no Rio de Janeiro e em Brasília)



Religiosos comemoram dia contra a intolerância religiosa no Rio de Janeiro.
Um dia após as comemorações do mártir São Sebastião, padroeiro da cidade, a Arquidiocese do Rio de Janeiro participou das celebrações do Dia Nacional de combate à Intolerância Religiosa, organizadas na Cinelândia, e armou sua tenda junto com as demais religiões para divulgar a Jornada Mundial da Juventude.

Segundo a edição 779 do jornal arquidiocesano “O Testemunho de Fé”, os visitantes que lá estiveram puderam contar com show do padre Omar Raposo, padre Jorge Luis Neves Pereira da Silva (Padre Jorjão): dupla famosa de admiradores e abençoadores de Oscar Niemeyer, escolas de sambas, novelas das 8 e Fábio de Melo. Ainda segundo o mesmo periódico, “a participação da Igreja Católica no movimento em defesa do respeito e da liberdade religiosa tem sido ampla desde o Concílio Vaticano II.

Noite de shows no Rio contra intolerância religiosa:
 Dá pra notar:  não tinha ninguém assistindo aos "shows"
 
Também em Brasília o Dia de Combate à Intolerância Religiosa foi comemorado. Veja o vídeo:
 



Trata-se de mais uma de muitas medidas para a perseguição à única religião verdadeira, a Católica.

Matéria completa em Fratres in unum
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É A RELIGIÃO ÚNICA UNIVERSAL, 
CADA VEZ MAIS PERTO!