quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Austrália: Parlamento rejeita “casamento” homossexual


O Parlamento nacional australiano repeliu o projeto de “casamento” homossexual:98 deputados votaram contra e 42 a favor. Foi significativo que o senador assumidamente homossexual Dean Smith votasse contra, justificando seu voto como “um honesto reconhecimento das características únicas e especiais da união chamada ‘casamento’” entre um homem e uma mulher. Os ativistas militantes homossexuais tinham ilusões com o estado da Tasmânia, mas ali o projeto foi também repelido. Os partidários do projeto alegavam que o “casamento” homossexual atrairia milhões de dólares em rendas turísticas. Os “casais” homossexuais sem continuidade familiar gastariam seus recursos materiais em divertimentos antes de acabar prematuramente suas vidas em virtude de maus hábitos contraídos. 

Fonte: Agência Boa Imprensa (ABIM)

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

EUTANÁSIA DE CRIANÇAS! QUEM É CAPAZ DE COMETER ESSE CRIME? VEJA A RESPOSTA:

Hospitais ingleses estão matando recém-nascidos de sede e fome quando eles nascem com anomalias. É o que revelou  o jornal Daily Mail. Médicos descrevem o horror que é ver as crianças morrendo desidratadas durante um período de até 10 
dias. Os pais aceitam que os bebês sejam mortos e as crianças entram em um protocolo de morte que é usado para idosos. É o Liverpool Care Pathway, que já matou mais de 130 mil idosos. Agora sabe-se que mata também recém-nascidos. É a eutanásia de crianças. 


Tudo começou com uma história que iria aliviar o sofrimento do idoso. Nessa toada, matou-se milhares de idosos, e agora sabe-se crianças também foram mortas. 
E assim vai se aniquilando o que são considerados incapazes. É o método nazista institucionalizado em países dito civilizados. (Fonte: FacebooK - Cultura da Vida).
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Texto traduzido pelo Google Tradutor.
Você pode ler a matéria completa aqui em inglês

Crianças doentes estão recebendo alta dos hospitais do SNS para morrerem em casa ou em asilos no controverso 'vias de morte'.
Até agora, o fim do regime de vida do Caminho Cuidados Liverpool foi pensado para ter envolveu apenas adultos idosos e terminais-tratos.
Mas o Correio pode revelar a prática de retirada de alimentos e líquidos por meio de sonda está sendo usado em pacientes jovens, bem como com deficiência grave bebês recém-nascidos.
Crianças doentes e os bebês estão sendo alta dos hospitais do SNS para morrer em casa ou em asilos no controverso 'vias de morte' (foto de arquivo)
Um médico admitiu ver morrendo de fome e desidratação 10 bebês na unidade neonatal de um hospital.
Escrevendo em uma revista médica, o médico revelou que o processo pode ter uma média de 10 dias durante o qual um bebê se torna 'menor e encolhida ".
O LCP - em que 130 mil pacientes adultos idosos e terminais-tratos morrem a cada ano - é agora objecto de um inquérito independente encomendado pela ministros.
A investigação, que incluirá crianças doentes, vai olhar se pagamentos em dinheiro aos hospitais para atingir alvos via de morte pode ter influenciado as decisões dos médicos.
Críticos Médicas da LCP insistem que é impossível dizer quando um paciente vai morrer e como resultado a morte LCP torna uma profecia auto-realizável. Eles dizem que é uma forma de eutanásia, usado para limpar leitos hospitalares e economizar o dinheiro do NHS.
A prática da retirada de alimentos e líquidos por meio de sonda está sendo usado em pacientes jovens, bem como com deficiência grave bebês recém-nascidos
A prática da retirada de alimentos e líquidos por meio de sonda 
está sendo usado em pacientes jovens, 
bem como com deficiência grave bebês recém-nascidos



O uso de métodos de final de vida em cuidados com deficiência recém-nascidos foi revelado na bíblia dos médicos, o British Medical Journal.
No início deste mês, um médico sem nome escreveu sobre a agonia de ver as mortes de bebês prolongadas. O médico descreveu o caso de um bebê nascido com «uma lista longa de inesperados anomalias congênitas", cujos pais concordaram em colocá-lo no caminho.
O médico escreveu: "Eles desejam para o seu filho para morrer rapidamente uma vez que a alimentação e os líquidos estão parados. Eles desejam para pneumonia. Eles desejam sem sofrimento. Eles desejam sem alterações visíveis para seu bebê precioso.
De acordo com um artigo da BMJ, um médico havia presidido 10 mortes, em apenas uma unidade hospitalar neonatal
De acordo com um artigo da BMJ, 
um médico havia presidido 10 mortes, 
em apenas uma unidade hospitalar neonatal


'Seus desejos, no entanto, não são consistentes com a minha experiência. Sobrevivência muitas vezes é muito mais do que a maioria dos médicos acha que, refletindo sobre os meus pacientes anteriores, o tempo médio da retirada de hidratação à morte foi de dez dias.
"Os pais e equipes de cuidados não estão preparados para as mudanças, por vezes graves, que vão testemunhar na aparência física da criança, como desidratação grave se segue.

O uso de métodos de final de vida em cuidados com deficiência recém-nascidos foi revelado em bíblia dos médicos, o British Medical Journal
"Eu sei que, como eles não podem, o horror de assistir a uma criança tornar-se menor e encolhido, como o único caminho de uma vida que se tornou insuportável para o paciente ou para os pais que amam seu bebê."
De acordo com o artigo BMJ, o médico envolvido presidia 10 mortes, em apenas uma unidade hospitalar neonatal.
Em resposta ao artigo, o Dr. Laura de Rooy, um neonatologista consultor do Hospital St George NHS Trust, em Londres escrito no site BMJ, disse: "É uma suposição enorme de pensar que não se sente fome ou sede."
O LCP para crianças foi desenvolvido no Noroeste, onde a LCP em si foi pioneira nos anos 1990. Ela envolve a quitação a casa ou a um hospital de crianças que recebem um documento detalhando seu "fim de vida".
Um visto pelo correio, chamado de "Caminho Liverpool para a criança morrer 'é emitido pela confiança do Royal Liverpool infantil NHS em conjunto com o hospital infantil emblemáticos da Alder Hey. Ele inclui caixas de seleção, preenchidos por médicos do hospital, sobre medicamentos, nutrientes e fluidos para ser interrompido. 
O LCP foi concebido pela Marie Curie Cuidados Paliativos Instituto de Liverpool para o cuidado de pacientes adultos morrendo mais de uma década atrás. Desde então, foi desenvolvido, com a equipe pediátrica do Hospital Alder Hey, para cobrir as crianças. Os pais têm de concordar com a morte de seu filho, muitas vezes sendo dito pelos médicos visando "melhores interesses", que a  sobrevivência da criança é "inútil".
Bernadette Lloyd, um enfermeiro hospital pediátrico, tem escrito para o Gabinete do Governo e do Ministério da Saúde para criticar o uso de vias de morte para as crianças.
" 'Eu vi também crianças morrerem de sede terrível, porque os fluidos são retirados deles, até que morram'
Ela disse: "Os pais se sentem coagidos, em um momento muito traumático, a concordar que este é o correto para o seu filho, a quem lhes é dito pelos médicos que seu filho só tem alguns dias de vida. É muito difícil prever a morte. Eu tenho visto um número "razoável" de crianças se recuperarem após serem retirados da via.
"Eu vi também crianças morrerem de sede terrível, porque os fluidos são retirados até que eles morrem.
"Eu testemunhei um menino de 14 anos de idade, com câncer morrer com a língua colada ao céu da boca quando os médicos se recusaram a dar-lhe líquidos pelo tubo. Sua morte foi angustiante para ele, e para nós enfermeiros que assistimos. Esta é a eutanásia pela porta dos fundos. "
Alder Hey, retratado, confirmou que as crianças e os bebês são descarregados para o final LCP de cuidar da vida "depois de todas as possíveis causas reversíveis para a condição do paciente são consideradas"

Teresa Lynch, da Aliança protesto grupo de Ética Médica, disse: "Há grandes perguntas a serem respondidas sobre como nossas crianças doentes estão morrendo."

O uso de métodos de final de vida em cuidados com deficiência recém-nascidos foi revelado em bíblia dos médicos, o British Medical Journal




Fonte: mail on line

EUA pagaram para Fujimori esterilizar 314 mil mulheres


Governo Fujimori esterilizou mulheres, na maioria pobres, analfabetas e indígenas.
Alberto Fujimori

NOVA YORK — O Peru comunicou nesta semana à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, em Washington, a decisão de reabrir a investigação sobre os casos de 2.074 mulheres esterilizadas sem consentimento em um programa de controle populacional realizado pela ditadura Alberto Fujimori durante os anos 90.
O inquérito já tem 14.357 folhas, em 23 volumes, e há 12 anos adormecia em um arquivo do Ministério Público, em Lima. Desde outubro do ano passado essa comissão da Organização dos Estados Americanos pressionava o governo Ollanta Humala pela reabertura do caso.
Elas não foram as únicas vítimas desse capítulo ainda pouco conhecido da etapa de barbárie política que prevaleceu na América do Sul na segunda metade do século XX. O governo Fujimori esterilizou, por cirurgia de ligadura de trompas, 314.605 mulheres com idade entre 15 e 49 anos, na maioria pobres e analfabetas, indígenas residentes em áreas remotas da selva amazônica. É o que indicam documentos do Plano Populacional, iniciado em meados de 1990. Nessa época, as mulheres em idade fértil representavam 41% da população rural peruana e eram comuns as famílias com mais de cinco filhos.
Fujimori instituiu uma política de Estado, executada no sistema público de saúde e direcionada a ao estrato populacional mais pobre. O governo atuou “sem consentimento informado, ou mediante assédio e promessas enganosas” - constatou o Comitê da América Latina e Caribe para Defesa dos Direitos da Mulher, sediado em Bogotá, que há uma década batalha para levar os responsáveis a julgamento por crime contra a humanidade.
Durante uma década hospitais e ambulatórios públicos das áreas periféricas foram compelidos pelo Ministério da Saúde a cumprir metas mensais de esterilização feminina - e Fujimori fazia questão de comandar as reuniões de avaliação.
Médicos e agentes de saúde foram mobilizados, inclusive com remuneração extra, para atuar em áreas distantes da região metropolitana de Lima oferecendo um “programa de saúde básica integral” (com ligadura de trompas compulsória) em troca de alimentos. Em algumas escolas públicas, como na Universidade Nacional de Tumbes, no norte do Peru, estudantes que cadastravam mulheres aptas à "Ação Cirúrgica Voluntária" eram premiados com três pontos percentuais na nota final do curso.
Aos 74 anos, Fujimori vive nos arredores de Lima, cumprindo pena de 25 anos por corrupção em uma prisão dos sonhos para mensaleiros condenados: 10 mil metros quadrados de área exclusiva, com cozinha equipada, nutricionista, sala de estar, biblioteca, estúdio de pintura e escultura, anfiteatro, gabinete médico, jardim, horta, sala para recepções e estacionamento com vagas demarcadas para visitas e militantes do seu partido, o principal do bloco oposicionista.
A reabertura dessa investigação, com o objetivo de responsabilizá-lo por por crimes contra a humanidade, representa também uma saia-justa para o governo dos Estados Unidos e para a Organização das Nações Unidas.
Os EUA foram os principais financiadores do programa de esterilizações em massa comandado por Fujimori. Fomentaram essa política com US$ 180 milhões, em valores de hoje. O patrocínio começou no governo do republicano George H. W. Bush, 70 anos - hospitalizado nesta semana aparentemente por causa de uma bronquite -, e prosseguiu na administração Bill Clinton, 66 anos. A ONU chancelou, via Fundo para a População que ironicamente fora criado para reduzir a pobreza e promover os direitos das mulheres e de minorias.
O respaldo financeiro dos EUA só foi suspenso em 1999, quando o senador Christopher H. Smith, 59 anos, republicano de Nova Jersey, recebeu farta documentação do Comitê da América Latina e Caribe para Defesa dos Direitos da Mulher, e percebeu a dimensão da enrascada em que Washington se metera: contribuintes americanos estavam financiando uma ditadura civil que adotava um sistema de controle populacional compulsório, com o objetivo de eliminar a pobreza. Na essência, uma forma de genocídio.
Smith mobilizou o Congresso, garantiu apoio da bancada democrata e as remessas de recursos ao programa peruano foram excluídas do orçamento, já no segundo mandato de Clinton. Na época o senador lembrou que os EUA não eram "imunes a esse sistema" de eliminação de pobres, evocando episódio ainda recente na memória americana: o caso Cyanamid.
Em 1978, o grupo American Cyanamid instituiu uma "política de proteção fetal" para trabalhadoras em idade fértil. Anunciou que quem quisesse manter o emprego no Departamento de Pigmentos de Chumbo, onde pagava mais que em outras áreas, deveria se submeter a um processo de esterilização oferecido pela empresa. A escolha das trabalhadoras era perder renda ou continuar ali, mas ficar estéril pelo resto da vida depois de um procedimento cirúrgico, pago pela empresa. Cinco mulheres foram vítimas. Em 1991, a Corte Suprema condenou a Cyanamid por violação dos direitos civis, proibindo ações do gênero.
A catarse de indignação que a Cyanamid provocou acabou perpetuada pelo cérebro e mãos de um jovem artista plástico, Hans Haackee, ativista que em 1969 liderou um internacional boicote à Bienal de São Paulo, em protesto contra a ditadura militar brasileira.
Mordaz e ferino, Haacke produziu um anúncio: “American Cyanamid …Onde as mulheres têm uma escolha”. A obra pode ser vista na fascinante exposição que o museu Metropolitan mantém até 31 de dezembro sobre o efeito Andy Warhol nas artes no último meio século. São 50 quadros e objetos de Warhol e de outros 59 artistas, entre eles o brasileiro Vick Muniz.



Fonte: O Globo
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

A retirada dos crucifixos e o exemplo da beata Maria Restituta Kafka

Padre Paulo Ricardo comenta a decisão da justiça do Rio Grande do Sul de retirar os crucifixos das paredes de suas instituições por pressão de uma ONG, a Liga Brasileira de Lésbicas. O argumento utilizado é a de que o Estado não é religioso, portanto, não é possível haver nos prédios públicos qualquer símbolo religioso.





O argumento não poderia ser mais frágil, pois, embora o Estado não seja religioso de fato, ele tem um povo a quem deve servir. Não é uma entidade abstrata, mas existe somente em função do povo. O povo, por sua vez, traz consigo a sua história, o seu patrimônio cultural e mais importante, o seu patrimônio moral. Foi o patrimônio moral do povo brasileiro, majoritariamente cristão e católico, que gerou os textos legislativos interpretados e aplicados pelos Tribunais de Justiça. A própria Constituição Federal e os Códigos Civil, Penal, o Estatuto do Menor e do Adolescente, as Consolidações das Leis do Trabalho, todos foram escritos numa visão de mundo calcada nos valores morais cristãos e, sem estes valores é impossível interpretar qualquer um deles.
Os crucifixos, portanto, nada mais dizem aos magistrados que, embora tenham o direito de professar a religião que quiserem ou mesmo nenhuma se for o caso, eles não têm o direito de interpretar as leis do país fora do aspecto cultural e da moralidade nas quais elas foram exaradas. Querer extrair a cultura que gerou os textos basilares do país e colocar em seu lugar uma moderna cultura ateia é uma perversidade.
O crucifixo é um símbolo civilizacional, uma realidade que, apesar da religião de quem julga ou de quem é julgado, deve ser reconhecido como parte intrínseca da cultura e da história do País e não deve ser utilizado, sob qualquer hipótese, como um instrumento ideológico. Infelizmente, o Judiciário desta nação está se sujeitando ao vergonhoso ativismo, que culminará em uma ditadura, pois quando juízes acham que podem interpretar as leis de acordo com seus próprios valores, de acordo com sua própria imaginação, e não de acordo com o verdadeiro espírito com que elas foram elaboradas, tornam-se déspotas, ditadores. É isso que está acontecendo no Brasil, atualmente. O ativismo judicial precisa ser combatido e denunciado, pois leva ao abismo. Um magistrado sem princípios de ética e de moral, somente com militância e fidelidade à ideologia é um malfeitor, um instrumento de injustiça e não um servidor da Justiça. Precisa ser denunciado também.

Uma parede nua é também um símbolo de religiosidade. O ateísmo é uma atitude religiosa, não tem nada de neutro, pelo contrário. Contudo, o ateísmo não representa a vontade do povo brasileiro, que é cristão, conforme dados estatísticos, portanto, uma elite intelectual, uma minoria deveria considerar que o poder vem do povo e o povo não é ateu. O povo deve ser respeitado.
Nos tempos atuais, peçamos a intercessão da Bem Aventurada Maria Restituta Kafka, que corajosamente opunha-se às ordens nazistas e devolvia às paredes do hospital onde trabalhava os crucifixos retirados, para que tenhamos coragem e força para seguir seu exemplo. Precisamos do seu exemplo para impedir que sejamos varridos como civilização e história nacional.

Fontes: TC e site do padre Paulo Ricardo

Conhecendo a história da  beata Maria Restituta Kafka 
Restituta Kafka Irmã Maria Resoluta


No dia 1º de maio de 1894 nasceu Helene, filha de Anton e Maria Kafka na cidade de Brno, atual República Checa. Naquele tempo a região se chamava Morávia que estava sob o governo do imperador austríaco Francisco José. No ano de 1896, a família Kafka se transferiu para Viena, capital do Império.

Helene concluiu os estudos com o diploma de enfermeira e o desejo de se tornar religiosa. Inicialmente ela se conformou com a negativa dos pais, mas ao completar vinte anos, ingressou na congregação das Franciscanas da Caridade Cristã, com a benção da família. Como religiosa adotou o nome de sua mãe e o de uma mártir do primeiro século. Assim passou a se chamar irmã Maria Restituta.

Porém, logo recebeu o apelido carinhoso de "irmã Resoluta", pelo modo cordial e decidido e por sua segurança e competência como enfermeira de sala cirúrgica e anestesista. No hospital de Modling, em Viena, a religiosa se tornou uma referência para os médicos, enfermeiras e especialmente para os doentes, aos quais soube comunicar com lucidez o amor pela vida, na alegria e na dor.

Irmã Restituta durante muitos anos serviu a Deus nos doentes, pelos quais se dedicou incansavelmente. Em março de 1938, Hitler mandou o exercito ocupar a Áustria. Viena se tornou uma das bases centrais do comando nazista alemão. Irmã Restituta se colocou logo contrária a toda aquela loucura desumana. Não teve receio de mostrar que sendo favorável à vida não apoiaria jamais ao nazismo de Hitler, fosse qual fosse o preço.

Por isto, quando os nazistas retiravam o Crucifixo também das salas de cirurgias, ela serenamente o recolocava no lugar, de cabeça erguida, desafiando o comando e os soldados nazistas. Como não se submetia e muito menos se "dobrava", os nazistas a eliminaram. Foi presa em 1942. Para ela, que era chamada irmã "Resoluta", a prisão se tornou uma espécie de lugar de graça, para honrar o nome com que se tinha consagrado: Restituta, aquela que foi restituída para Deus. Por isto, olhando para a força redentora da Cruz, sua consciência da Vida Eterna se tornou mais verdadeira no coração. A coragem que lhe era própria se tornou mais firme.

Irmã Resoluta esperou cinco meses na prisão para morrer. Em 30 de março de 1943, foi decapitada. Para as franciscanas mandou uma mensagem: "Por Cristo eu vivi, por Cristo desejo morrer". E na frente dos assassinos nazistas, antes que o carrasco levantasse a mão que a mataria, irmã Restituta disse ao capelão: "Padre, me faça na testa o sinal da Cruz".

O papa João Paulo II elevou a Irmã Maria Restituta Kafka ao altar para ser reverenciada como Beata no dia 30 de outubro, em 1998 em Viena, Áustria.

Fonte: Sites Católicos

Foi no dia 07/03/2012 a triste notícia: TJRS determinou a retirada de todos os símbolos religiosos acatando um pedido feito pela Liga Brasileira de Lésbicas e outras entidades sociais.

Fonte: Veja

CD DO CORAL "A PALAVRA VIVA DE DEUS" - VÍDEOS DE CANÇÕES DO CD

O CORAL "A PALAVRA VIVA DE DEUS" FEZ SUA PRIMEIRA APRESENTAÇÃO EM DEZEMBRO DE 2011 EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ - SC, NA CASA DO EUGÊNIO, DIVULGADOR DA OBRA.


COM A PRESENÇA DO NOSSO QUERIDO PROFETA PEDRO II E FAMILIARES DAS CRIANÇAS, A APRESENTAÇÃO FOI TRANSMITIDA AO VIVO PELA INTERNET ATRAVÉS DOS SITES CEIFADORES e A PALAVRA VIVA DE DEUS.
HOJE, O CORAL COM SEU PRIMEIRO CD GRAVADO, AGORA COM UMA FAIXA BÔNUS (MÚSICA "O CANTO DO ROSÁRIO", COM PARTICIPAÇÃO DA ALINE CONCEIÇÃO), VEM ATRAVÉS DO BLOG CRUZADA CATÓLICA DIVULGAR SEU TRABALHO, POIS O CD CONTÉM TAMBÉM MÚSICAS NATALINAS, E ESSE É O TEMPO EM QUE NÓS PRECISAMOS E DEVEMOS FALAR A TODA HUMANIDADE QUE O VERDADEIRO SENTIDO DO NATAL É O NASCIMENTO DE JESUS ( e não de Noel). NOEL VEIO SÓ PARA TIRAR O LUGAR DE JESUS E NÓS NÃO PODEMOS ACEITAR ISSO. 
QUE A SAGRADA FAMÍLIA ESTEJA PRESENTE COM VOCÊ, CARO LEITOR, E TODA SUA FAMÍLIA NESTE NATAL!
                                                                                     


VEJA ALGUNS VÍDEOS DO CORAL E SUAS CANÇÕES:
"Tragam Tochas"
Solista: Ladí

Natal 2011 - Melhores Momentos

"Santo Anjo do Senhor" 
Letra: Fábio e Janete Moura
Música: Janete Moura
(incluindo a oração do Santo Anjo do Senhor)
Solista: Odete
Oração: Daniel Moura
                                                                        

"Louvor das criaturas ao Senhor"
(tirada do livro de Daniel)
Solista: Fábio Moura)

"Primeira Aparição de Nossa Senhora das Graças"
Solistas: Malú e Janete Moura

"Pedido de Mãe"
Letra: Gabriel Souza
Música: Janete Moura
Solistas: Gabriel Souza e Janete Moura


Para adquirir o cd envie um email para:
eugenio@ceifadores.com.br ou jfnmoura@hotmail.com


Atualizado maio/2014

sábado, 1 de dezembro de 2012

BOMBA!!!!!! JORNALISTA DEFLAGRA PERSEGUIÇÃO GOVERNISTA AO CRISTIANISMO NO BRASIL

A Justiça Federal negou o pedido do Ministério Público de São Paulo para retirar a expressão "Deus seja louvado" das cédulas de Real.
Jornal do SBT
A jornalista Raquel Sherazade (SBT) surpreende o Brasil com seu comentário bombástico!!!! 
Estamos contigo RAQUEL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Infelizmente são pouquíssimos, na frente das câmeras, que têm a sua coragem!