quinta-feira, 6 de março de 2014

A cruzada do papa Francisco em abraçar todas as uniões

Salve Maria.

Segue abaixo duas notícias "conflitantes" sobre o rumo que este papa quer dar em relação as uniões civis 'politicamente corretas' em detrimento ao Dogma da Igreja Católica que sempre nos ensinou.

Leiam e tirem suas próprias conclusões, pois muitos tem nos dito que: o papa não disse isso, isso é manipulação da mídia e etc, etc, e etc.

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Vaticano nega que Papa é aberto ao reconhecimento de uniões civis gays

domingo, 5 de janeiro de 2014 16:00 BRS

Por Philip Pullella
CIDADE DO VATICANO, 5 Jan (Reuters) - O Vaticano negou no domingo reportagens da mídia italiana que os recentes comentários do Papa Francisco sinalizavam a sua abertura, para o reconhecimento legal de uniões do mesmo sexo na Itália.
Francisco, durante uma conversa com líderes de ordens religiosas, publicada por um jornal Jesuíta na sexta-feira, disse que a Igreja Católica tinha que tentar não afastar as crianças que vivem em situações familiares complexas, como aquelas cujos pais são separados e as que vivem com casais homossexuais.
Francisco deu o exemplo de uma menininha em Buenos Aires, sua antiga diocese, que confidenciou para sua professora, que o motivo pelo qual ela estava sempre triste era porque "a namorada da minha mãe não gosta de mim".
O papa disse aos líderes das ordens religiosas que um grande desafio para a Igreja seria o de estender a mão às crianças que vivem em situações domésticas difíceis ou pouco ortodoxas.
"A situação em que vivemos hoje nos proporciona novos desafios que às vezes são difíceis de entender",disse o papa, de acordo com uma transcrição da conversa.
O porta-voz do Vaticano, Padre Federico Lombardi disse à Rádio Vaticano que as interpretações da mídia eram "paradoxais" e uma "manipulação" das palavras do papa, especialmente quando alguns veículos de comunicação o citaram como tendo falado especificamente das uniões homossexuais, o que ele não fez.

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Papa sugere igreja poderia tolerar algumas uniões civis
fonte: http://www.catholicweekly.com.au
Por Francis X. Rocca Catholic News Service
06 de marco de 2014

Papa Francis sugeriu que a Igreja Católica poderia tolerar alguns tipos de uniões civis não-marital como uma medida prática para garantir os direitos de propriedade e os cuidados de saúde.
 Ele também disse que a igreja não iria mudar seu ensino contra o controle de natalidade artificial, mas deve tomar cuidado para aplicá-lo com "muita misericórdia".

Papa palavras de Francisco apareceu em uma entrevista publicada no dia 5 de março, no jornal italiano Corriere della Sera.

Na conversa ampla com o papel de editor-chefe, Ferruccio de Bortoli, o papa defendeu a resposta da Igreja ao abuso sexual clerical e lamentou que a mitologia popular, ele se transformou em uma espécie de super-herói papal. Ele também abordou o papel do aposentado Papa Bento XVI e as relações da Igreja com a China.

"Matrimônio é entre um homem e uma mulher", disse o papa, mas move-se para "regular a diversas situações de coabitação [são] impulsionada pela necessidade de regulamentar os aspectos econômicos entre as pessoas, como por exemplo, para assegurar cuidados médicos." Pediu para que medida, a igreja poderia entender essa tendência, ele respondeu: "É necessário olhar para os diversos casos e avaliá-los em sua variedade." 

Bispos de todo o mundo têm divergido em suas respostas ao reconhecimento civil das uniões não-marital. O presidente do Conselho Pontifício para a Família, disse em fevereiro de 2013 que alguns arranjos legais são justificáveis ​​para proteger os direitos de herança de casais laços matrimoniais. Mas até agora, nenhum papa indicou aceitação até mesmo tentativa de uniões civis.

Na entrevista, o Papa elogiou Francis 1968 encíclica do Papa Paulo VI "Humanae Vitae", que proibiu o uso de contracepção.

Em contradizendo pressões contemporâneas para o controle da população, do Papa Paulo "gênio foi profético, ele teve a coragem de lado contra a maioria, defendem a disciplina moral, colocar um freio na cultura, opor neo-malthusianismo, presente e futuro", disse o papa Francis.

Mas ele também observou que o Papa Paulo havia instruído confessores para interpretar sua encíclica com "muita misericórdia, a atenção para situações concretas".

"A questão não é se a mudar a doutrina, mas para ir mais fundo e certifique-se que o cuidado pastoral leva em conta as situações e do que cada pessoa é capaz de fazer", disse o papa Francis.

O papa disse que o controle da natalidade, como a situação dos católicos divorciados e recasados ​​civilmente, seria um tópico de discussão no Vaticano em outubro em um Sínodo extraordinário dos Bispos (clique) sobre a família. Ele disse que o sínodo se aproximaria de todos esses problemas "à luz de uma reflexão profunda", ao invés de casuísmo, que ele descreveu como uma teologia superficial, farisaico focada exclusivamente em casos particulares.

O papa disse que saudou a "discussão intensa" em um encontro fevereiro de cardeais, onde cardeal alemão Walter Kasper fez um discurso sugerindo divorciados e recasados ​​civilmente católicos pode às vezes ser autorizados a receber a comunhão, mesmo sem a anulação de seus primeiros casamentos, sacramentais.

"Confrontos fraternos e abertas promover o crescimento do pensamento teológico e pastoral", disse ele. "Eu não tenho medo disso, pelo contrário, eu buscá-la." 

Questionado sobre se os ensinamentos da Igreja sobre a ética sexual e médicos representado "valores não negociáveis", a formulação utilizada pelo Papa Bento XVI, o Papa Francis disse que "nunca entendi a expressão" valores não negociáveis ​​'".

"Os valores são os valores, período", disse ele. "Eu não posso dizer que, entre os dedos de uma mão, não é um a menos útil do que o outro. É por isso que eu não consigo entender em que sentido pode haver valores negociáveis. "


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Dogma evolutivo. Já ouviu falar? (clique)

Em resumo é a pregação de que, as convicções e dogmas da Igreja Católica Conservadora de sempre, já não se aplicam mais aos dias de hoje. Tendo que se adaptar as correntes modernistas que o mundo impõe.

É como dizer: "O que Jesus nos disse e nos ensinou, já não é bem assim."

HERESIA !

Os os católicos acordam e vejam que é impossível 'caminhar' junto com essa igreja do papa Francisco e seus bispos modernistas que fazem de tudo para se moldarem ao mundo,...

Ou seguem os lobos e cairão na mesma fornalha!

O verdadeiro jejum é o da língua




Neste tempo de quaresma, precisamos ainda mais de oração e temperança.

Temperança no falar...
Temperança no comer...
Temperança no olhar e no que somos atraídos a olhar.

Faça uma boa reflexão e uma boa preparação.





"O homem temperante é aquele que é senhor de si mesmo, aquele em que as paixões não tomam a supremacia sobre a razão, sobre a vontade e também sobre o coração, assim a virtude da temperança é indispensável para que o homem seja plenamente homem, ou seja, o homem temperante, antes de qualquer outra coisa, respeita a própria dignidade".
                                                                            João Paulo II

terça-feira, 4 de março de 2014

Cardeal Scola: "Putin é o ponto de referência para a Nova Ordem Mundial". Líder eurasiano se encontrará com Papa Francisco


O quebra-cabeças está sendo montado aos poucos...

O Arcebispo de Milão, Cardeal Angelo Scola, disse hoje (1/03) que estava "muito feliz" em vista da próxima reunião no Vaticano entre o papa Francis e o líder do Kremlin, Vladimir Putin, que ele descreveu como "ponto de referência fundamental para a construção de uma nova ordem mundial. " A igreja comunica com tudo que ele disse.

"Um encontro que faz parte da grande tradição das igrejas, incluindo a Igreja Católica, ao diálogo com todos, mais do que nunca necessária em uma sociedade plural", disse ele, respondendo a uma pergunta durante uma conferência de imprensa no primeiro de sua visita de três dias em Moscou, que será selado terça-feira de um encontro com o patriarca ortodoxo Kirill.

"Uma sociedade plural tende a ser conflituosa. Na sociedade plural de hoje é importante para se comunicar e permitir que se comunicar, ser fertilizado pelo outro ", disse ele, indicando que ele tinha aprendido com a imprensa a visita de Putin ao Papa:" É claro que o presidente russo é um ponto de referência fundamental para a ' construção de uma nova ordem mundial que precisamos ", acrescentou.

Fonte: http://www.imolaoggi.it/
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Comentário encontrado em vários blogs;
Sobre Cardeal Scola: Milão é um dos redutos mais fortes do chamado “catolicismo democrático” a Milão de Martini e de Tettamanzi, das Acli [Associações Cristãs de Trabalhadores Italianos, ] e do Pe. Colmegna;a Scola foi negado o sacerdócio, no término do seminário diocesano de Venegono, tanto que, para ser ordenado padre, ele teve que se transferir para Teramo.Ele lidera um movimento carismático -libertador – progressista qual seja a Comunhão e Libertação. O fio condutor da ação de Scola é a oferta aos outros monoteísmos, e ao de Maomé de modo especial, de uma aliança global. Scola tem se esforçado na criação de uma ligação estreita com o islã através do projeto Oasis.Certa vez Scola afirmou que “A “mestiçagem” de civilizações e culturas é uma perspectiva já “muito concreta” perante as ondas migratórias da África subsaariana, que tendem a aumentar e provocadas por “condições de vida insuportáveis”. Diante do que está acontecendo, os cristãos, sem “renegar nada do Evangelho”, devem estar “entre os outros homens com simpatia”, redescobrindo um humanismo cristão aberto “às outras religiões”…..Scola é um humanista , laicista , afinado com a Nova Ordem Mundial !


Em um outro comentário diz: 
De fato, o movimento Comunhão e Libertação, do qual faz parte o Cardeal Angelo Scola, é humanista, progressista, laicista, ecumênico e desorientado. Esse movimento foi fundado pelo sacerdote italiano Luigi Giussani, e eles se apresentam como católicos conservadores — pasme!

Eu tenho um conhecimento razoável sobre as maluquices do Comunhão e Libertação, pois na minha família há pessoas que integram esse movimento.

Dê uma olhada na balbúrdia desse pessoal relatada neste artigo sobre o famoso “Meeting de Rimini”, um encontro anual muito aclamado que acontece na cidade italiana de Rimini, e organizado pelo movimento Comunhão e Libertação. Uma bagunça! Veja:O Cocktail Rimini

segunda-feira, 3 de março de 2014

Papa Francisco se confunde e fala palavrão durante bênção dominical




Durante benção no Vaticano neste domingo (2), o papa Francisco disse acidentalmente um palavrão. Durante seu discurso, no lugar da palavra "caso" (no caso), o pontífice confundiu a pronúncia e disse "cazzo" - gíria para o órgão sexual masculino, usada corriqueiramente na Itália para enfatizar alguma coisa.

Rapidamente o papa se corrigiu  e usou a palavra correta.

"Se cada um de nós não acumular riqueza apenas para nós mesmos, mas também a serviço dos outros, nesse "cazzo" [pausa], nesse caso, a providência de Deus ficará visível por meio desse gesto de solidariedade", disse o papa na Praça de São Pedro, no Vaticano.

O vídeo com o equívoco se espalhou rapidamente na internet e no Youtube e, em 24 horas, já tinha mais de 350 mil visualizações. 

Fonte: g1.globo.com




Santa Missa ao Vivo pela internet: Igreja Católica Conservadora




Assista a Santa Missa, ao vivo, pela internet, na Igreja Católica Conservadora, acessando o site Ceifadores às 19h00 diariamente e aos domingos às 8h30.


ALTAR MOR DA IGREJA CATÓLICA
DA OBEDIÊNCIA A DEUS PAI
(Igreja Católica Conservadora)

TAQUARAS-BALNEÁRIO CAMBORIÚ (SC)


Salve Maria!


Atualizado dia 02/05/2014 às 22h52

"Se a palavra submissa incomoda, queimai a Bíblia”


Cid Alencastro 
Revista Catolicismo, Nº 757, janeiro/2013


A jornalista italiana Costanza Miriano [foto], que trabalha na RAI (Rádio e TV italiana, estatal), gerou uma grande polêmica com a publicação de seu corajoso livro "Casa e sê submissa" (Sposati e sii sottomessa) [foto abaixo], um best-seller na Itália, já traduzido na Espanha por iniciativa da Arquidiocese de Granada. 


Neste último país, em apenas uma semana, o livro foi objeto de uma polêmica que chegou ao Congresso. A esquerda estremeceu. O Partido Socialista (PSOE) pediu ao governo que tome medidas para evitar que a obra faça“apología do machismo”.Furiosa, a deputada socialista Carmen Montón diz que o livro“não contribui para a luta contra a violência de gênero, pois joga lenha ao fogo da violência machista”.

Também a Esquerda Unida (IU) reagiu, pedindo à Promotoria de Granada que intervenha contra a edição e a venda da obra, com base no delito de“apologia da violência contra as mulheres”.

A autora, 42 anos, mãe de quatro filhos, residente em Roma, diz que sua fonte de inspiração é o Apóstolo São Paulo e apresenta citações recolhidas na Bíblia. Por isso, mostra-se surpresa com toda essa polêmica. Em entrevista ao jornal espanhol “El País” (17-11-13), afirma: 
“Estou consternada por imaginar que podem censurar o livro, que contém ideias que a Igreja proclama ao mundo desde sempre. De início imprimi apenas 1.200 copias. Telefonei para minha família com a esperança de que pelo menos comprassem uma meia dúzia. Mas depois o livro teve muitas edições, mais de vinte, creio”. 

O entrevistador diz que o livro está sendo acusado de defender a violência contra as mulheres. Constanza responde:

“Em que ponto exato eu exorto, defendo, desculpo, justifico ou menciono a violência, mesmo remotamente? Em que momento digo algo disso? Onde? Com que palavras? A única violência que vejo em tudo isto é a que estão fazendo contra mim, que também sou mulher. Uma agressão indignante. Não se pode lançar acusações ao ar. 

“Não escrevi um tratado de sociologia. Olhei para a minha realidade e a de meus amigos, e nossos problemas são como ser feliz com nossos maridos, como amar melhor, como cuidar deles e como pedir que cuidem de nós, como manter unidos todos os papéis que tem uma mulher moderna: mulher, mãe, trabalhadora, mulher de fé que cultiva o espírito, mas que também aprecia cuidar de seu corpo. Quem imaginaria que meus escritos iriam ser lidos por 50.000 pessoas na Itália e no Exterior? 

“Cristo morreu por sua esposa, a Igreja. Um homem que segue os mandamentos é um homem disposto a morrer por sua esposa. A esposa, segundo a Igreja, é uma esposa dócil face a um homem dócil, generoso. É a lógica cristã”.

O entrevistador insiste na questão da suposta violência. 

“Se o que incomoda é a palavra submissa, então queimai todas as cópias da Bíblia. Nesse caso, será para mim uma honra ir para a fogueira”.

Constanza se refere aqui à seguinte exortação do Apóstolo São Paulo: “As mulheres sejam submissas a seus maridos, como ao Senhor [...] Ora, assim como a Igreja é submissa a Cristo, assim também o sejam em tudo as mulheres a seus maridos. Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (Ef 5, 22-25). 

Encerra a autora:“Como a Igreja, eu recuso a palavra gênero. Creio que há dois sexos, não gêneros. Ademais, eu rechaço a violência. Basta-me o quinto mandamento: ‘Não matarás’. Isso significa não matar as crianças (inclusive dentro do útero, porque a violência aí se dá em evidente desproporção entre a vítima e o verdugo), não matar mulheres, não matar homens”.


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